Lucimara: 'João deu um calote na Torre'

A vereadora Lucimara Passos (PC do B) rebateu a afirmação do prefeito João Alves Filho (DEM) de que a gestão passada tenha deixado dívidas relacionadas aos serviços de coleta de lixo na capital; segundo ela, pelo contrato vigente com a empresa Torre, a Empresa Municipal de Serviço Urbanos tinha 30 dias para emitir a nota após o serviço ser executado e mais um mês para efetuar o pagamento; “A gestão anterior não deixou dívidas em atraso. Deixou a continuidade do contrato. Negar isto é não considerar o princípio da continuidade”, argumentou

A vereadora Lucimara Passos (PC do B) rebateu a afirmação do prefeito João Alves Filho (DEM) de que a gestão passada tenha deixado dívidas relacionadas aos serviços de coleta de lixo na capital; segundo ela, pelo contrato vigente com a empresa Torre, a Empresa Municipal de Serviço Urbanos tinha 30 dias para emitir a nota após o serviço ser executado e mais um mês para efetuar o pagamento; “A gestão anterior não deixou dívidas em atraso. Deixou a continuidade do contrato. Negar isto é não considerar o princípio da continuidade”, argumentou
A vereadora Lucimara Passos (PC do B) rebateu a afirmação do prefeito João Alves Filho (DEM) de que a gestão passada tenha deixado dívidas relacionadas aos serviços de coleta de lixo na capital; segundo ela, pelo contrato vigente com a empresa Torre, a Empresa Municipal de Serviço Urbanos tinha 30 dias para emitir a nota após o serviço ser executado e mais um mês para efetuar o pagamento; “A gestão anterior não deixou dívidas em atraso. Deixou a continuidade do contrato. Negar isto é não considerar o princípio da continuidade”, argumentou (Foto: Valter Lima)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Valter Lima, do Sergipe 247 - A vereadora Lucimara Passos (PC do B) rebateu a afirmação do prefeito João Alves Filho (DEM) de que a gestão passada tenha deixado dívidas relacionadas aos serviços de coleta de lixo na capital. Segundo ela, pelo contrato vigente com a empresa Torre, a Empresa Municipal de Serviço Urbanos tinha 30 dias para emitir a nota após o serviço ser executado e mais um mês para efetuar o pagamento. “A gestão anterior não deixou dívidas em atraso. Deixou a continuidade do contrato. Negar isto é não considerar o princípio da continuidade”, argumentou.

De acordo com a parlamentar, em entrevista ao Sergipe 247, os serviços prestados em novembro e em dezembro de 2012 (quando a cidade era administrada pelo prefeito Edvaldo Nogueira) deveriam ter sido pagos em janeiro e em fevereiro de 2013 (a partir de quando a capital passou a ser gerida por João). “O prefeito João Alves Filho resolveu quebrar o contrato e não pagar por esse serviço, alegando que era dívida deixada pela gestão anterior. Mas isso não é verdade. É continuidade da gestão. Ou seja, o prefeito aplicou um calote na empresa, e desde então deixou acumular mais atrasos”, afirmou.

Ela alerta ainda para outro problema no que diz respeito ao lixo: a falta de um aterro sanitário público, o que elevou os gastos da gestão com a contratação de um serviço privado. “Discutimos a implantação de um aterro para a região metropolitana. Não tem como ficar dependendo de um aterro privado, como acontece hoje. Antes se pagava R$ 19 por cada tonelada de lixo, agora está custando R$ 60. É uma conta difícil de sustentar”, diz.

Lucimara voltou a rechaçar ainda que a prefeitura de Aracaju enfrente uma crise financeira. “Não é frustração de despesa o que vem ocorrendo na prefeitura, por causa da crise do país, mas sim as consequências de decisões erradas da atual gestão, que fez crescer a folha de pagamento de cargos comissionados de R$ 24 milhões para R$ 64 milhões, o orçamento da Secretaria da Comunicação foi triplicado, entre outras medidas. Mas o prefeito alega que há uma crise para justificar a venda de terrenos”, denunciou.

Ela lembra que a atual gestão teve um aumento neste ano de sua receita própria em 10%, resultado do aumento do IPTU, da criação da taxa de iluminação pública, da venda da folha de pagamento dos servidores e de empréstimos. “Não há justificativa nenhuma para atrasar salários e não pagar pelo serviço de limpeza da cidade. O que há é má gestão”, reforça.

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

WhatsApp Facebook Twitter Email