Lucimara quer alianças dentro da base do governo

A vereadora Lucimara Passos (PC do B) afirmou ao 247 que concorda com a tese levantada pelo deputado federal Fábio Mitidieri (PSD), de que os pré-candidatos a prefeito de Aracaju que integram o bloco liderado pelo governador Jackson Barreto (PMDB) devem costurar suas alianças com os partidos do grupo, sem buscar acordos com a oposição

A vereadora Lucimara Passos (PC do B) afirmou ao 247 que concorda com a tese levantada pelo deputado federal Fábio Mitidieri (PSD), de que os pré-candidatos a prefeito de Aracaju que integram o bloco liderado pelo governador Jackson Barreto (PMDB) devem costurar suas alianças com os partidos do grupo, sem buscar acordos com a oposição
A vereadora Lucimara Passos (PC do B) afirmou ao 247 que concorda com a tese levantada pelo deputado federal Fábio Mitidieri (PSD), de que os pré-candidatos a prefeito de Aracaju que integram o bloco liderado pelo governador Jackson Barreto (PMDB) devem costurar suas alianças com os partidos do grupo, sem buscar acordos com a oposição (Foto: Valter Lima)
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Valter Lima, do Sergipe 247 - A vereadora Lucimara Passos (PC do B) afirmou ao 247 que concorda com a tese levantada pelo deputado federal Fábio Mitidieri (PSD), de que os pré-candidatos a prefeito de Aracaju que integram o bloco liderado pelo governador Jackson Barreto (PMDB) devem costurar suas alianças com os partidos do grupo, sem buscar acordos com a oposição.

“Fábio externou o desejo dele de que o bloco se mantenha unido, sob a coordenação política do governador Jackson Barreto e que não se busque outros partidos para compor. A posição dele é como pensa o PC do B. Considero legítimas as candidaturas existentes dentro do bloco, mas avalio que não precisamos trazer gente de fora para construir”, disse a parlamentar.

A declaração de Lucimara Passos é semelhante ao que defendeu anteontem Fábio Mitidieri. O parlamentar se opôs à possibilidade de o PSB, partido cujo pré-candidato a prefeito é o deputado federal Valadares Filho, costurar um acordo com o PSC, partido liderado por André Moura e Eduardo Amorim. No início desta semana, André disse que já se reuniu com Valadares Filho para tratar das eleições da capital. O presidente do PSB de Aracaju, Élber Batalha Filho, disse à reportagem o partido tentará primeiro viabilizar a candidatura de Valadares Filho dentro do bloco de JB. Só depois, poderá buscar apoios em partidos de outros grupos.

“Acho que o momento atual é de muita cautela, calma e paciência para manter o bloco unido. O processo de construção de candidaturas é mesmo difícil. Mas não acho que isso deva abrir caminho para partidos de fora do bloco. Acho um erro buscar o PSC”, reforçou Lucimara Passos. Ela ressalta que o seu partido, o PC do B, tem trabalhado “com muita tranquilidade” a pré-candidatura de Edvaldo Nogueira dentro do bloco liderado por JB.

“JB deve ter candidato”

Quando se refere ao governador, a vereador do PC do B discorda de uma das teses levantadas por Mitidieri. Segundo o deputado, Jackson Barreto não deve se definir por um candidato especificamente, para não correr o risco de perder apoio em sua base. “Eu acho que o governador deve sim se definir por um candidato. Mas mesmo assim tem que se manter enquanto líder buscando manter o grupo unido”, diz.

“PSB desrespeitou”

Neste sentido, a parlamentar avalia que foi “desproporcional” a reação do PSB ao discurso dela sobre o voto de Valadares Filho pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff. A vereadora pediu desculpas aos aracajuanos, na semana passada, por ter pedido voto para o deputado do PSB em 2012, quando ele disputou a Prefeitura de Aracaju. Em resposta, o PSB emitiu nota criticando o PC do B e afirmando que a sigla estava isolada politicamente.
“Acho que existe uma tentativa de criar intriga, por causa de uma opinião pessoal minha sobre o voto de Valadares Filho. Se fez uma interpretação oportunista do que eu falei para tentar criar uma confusão com o PC do B. A nota do PSB foi bastante desrespeitosa, buscando nos repassar responsabilidade sobre coisas que não temos atuação. Foi tão desproporcional que avaliamos que não merecia resposta”, afirmou.

 

 

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