Lula colhe o ódio que Alckmin plantou no País

Numa declaração de caráter fascista, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, minimizou o atentado a bala contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que "o PT colhe o que plantou"; no entanto, nos últimos anos, o ódio contra Lula e o PT foi financiado pela máquina de propaganda do governo paulista, que jamais implantou uma política de mídia técnica e condicionou a publicidade estatal ao discurso tucano; em trecho do "Bom dia 247", o jornalista Leonardo Attuch lembrou que os tiros à caravana de Lula são resultado de um ódio que vem sendo semeado no País há vários anos pelo governo paulista; "Se Lula vier a ser assassinado, Alckmin terá as mãos sujas de sangue", diz ele

Numa declaração de caráter fascista, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, minimizou o atentado a bala contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que "o PT colhe o que plantou"; no entanto, nos últimos anos, o ódio contra Lula e o PT foi financiado pela máquina de propaganda do governo paulista, que jamais implantou uma política de mídia técnica e condicionou a publicidade estatal ao discurso tucano; em trecho do "Bom dia 247", o jornalista Leonardo Attuch lembrou que os tiros à caravana de Lula são resultado de um ódio que vem sendo semeado no País há vários anos pelo governo paulista; "Se Lula vier a ser assassinado, Alckmin terá as mãos sujas de sangue", diz ele
Numa declaração de caráter fascista, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, minimizou o atentado a bala contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que "o PT colhe o que plantou"; no entanto, nos últimos anos, o ódio contra Lula e o PT foi financiado pela máquina de propaganda do governo paulista, que jamais implantou uma política de mídia técnica e condicionou a publicidade estatal ao discurso tucano; em trecho do "Bom dia 247", o jornalista Leonardo Attuch lembrou que os tiros à caravana de Lula são resultado de um ódio que vem sendo semeado no País há vários anos pelo governo paulista; "Se Lula vier a ser assassinado, Alckmin terá as mãos sujas de sangue", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)

TV 247 Numa declaração de caráter fascista, o governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, minimizou o atentado a bala contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que "o PT colhe o que plantou" (leia mais aqui). Foi uma declaração tão repulsiva que Guilherme Boulos, pré-candidato do Psol à presidência da República, disse que Alckmin praticamente fez um "aplauso ao fascismo" (leia aqui), seguindo na linha da senadora Ana Amélia (PP-RS), que defendeu a política do chicote contra adversários políticos.

O que nem todos sabem é que o ódio contra Lula e o PT tem sido financiado, nos últimos anos, pela máquina de propaganda do governo paulista, que jamais implantou uma política de mídia técnica e condicionou a publicidade estatal ao discurso tucano.

Em trecho do "Bom dia 247", o jornalista Leonardo Attuch lembrou que os tiros à caravana de Lula são resultado de um ódio que vem sendo semeado no País há vários anos pelo governo paulista. "Se Lula vier a ser assassinado, Alckmin terá as mãos sujas de sangue", diz ele.

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