Lula e o PT-SP já preparam ofensiva contra o golpe

Após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolher pedidos de impeachment contra a presidente Dilma, o presidente do PT-SP, Emídio de Souza, informou que o partido em São Paulo organizará na próxima segunda (7), com a participação do ex-presidente Lula, uma reunião com movimentos sociais, sindicatos, outros partidos e organizações que representam a sociedade civil para definir uma agenda conjunta contra o impeachment; "Também estamos orientando os diretórios municipais e os setoriais a buscarem apoio. E os parlamentares a fazer pronunciamentos em câmaras, assembleias, acelerar o debate"

Após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolher pedidos de impeachment contra a presidente Dilma, o presidente do PT-SP, Emídio de Souza, informou que o partido em São Paulo organizará na próxima segunda (7), com a participação do ex-presidente Lula, uma reunião com movimentos sociais, sindicatos, outros partidos e organizações que representam a sociedade civil para definir uma agenda conjunta contra o impeachment; "Também estamos orientando os diretórios municipais e os setoriais a buscarem apoio. E os parlamentares a fazer pronunciamentos em câmaras, assembleias, acelerar o debate"
Após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolher pedidos de impeachment contra a presidente Dilma, o presidente do PT-SP, Emídio de Souza, informou que o partido em São Paulo organizará na próxima segunda (7), com a participação do ex-presidente Lula, uma reunião com movimentos sociais, sindicatos, outros partidos e organizações que representam a sociedade civil para definir uma agenda conjunta contra o impeachment; "Também estamos orientando os diretórios municipais e os setoriais a buscarem apoio. E os parlamentares a fazer pronunciamentos em câmaras, assembleias, acelerar o debate" (Foto: Leonardo Lucena)
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247 – Após o presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolher pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, nesta semana, o cacique-mor do PT e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já inicia suas movimentações para barrar o golpe.

Segundo informou, neste sábado (5), o presidente do PT-SP, Emídio de Souza, o partido em São Paulo organizará na próxima segunda-feira (7), com a participação do ex-presidente, uma reunião com movimentos sociais, sindicatos, outros partidos e organizações que representam a sociedade civil. O encontro, que será no Sindicato dos Engenheiros do estado, terá como objetivo definir uma agenda conjunta de vários setores da sociedade para barrar o movimento pró-­impeachment.

Para o presidente do PT-SP, filiados precisam busca apoio de outros partidos e outras entidades com objetivo de formar "uma frente contra o golpe". "Também estamos orientando os diretórios municipais e os setoriais a buscarem apoio. E os parlamentares a fazer pronunciamentos em câmaras, assembleias, acelerar o debate", afirmou. O petista esteve presente na reunião na sede estadual do partido, no bairro Bela Vista, que reuniu petistas e o presidente nacional do partido, Rui Falcão.

Sobre o posicionamento do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), em relação a tentativas de impeachment, Emílio de Souza disse confiar no peemedebista. "Ele tem uma tradição de vida democrática e não se deixará levar pelo golpe e pela chantagem. Vamos batalhar para ter o PMDB e Temer ao nosso lado", afirmou.

Com a iniciativa de organizar atos contra o golpe, o Partido dos Trabalhadores deu mais um sinal de "guerra" contra os pedidos de impeachment acolhidos por Eduardo Cunha. A medida é vista como uma retaliação ao Palácio do Planalto. O peemedebista pode ser cassado pelo Congresso Nacional por suas contas secretas na Suíça, confirmadas pela Procuradoria Geral da República, e também acusado de prestar favores ao BTG, que tem como ex-controlador André Esteves, preso sob acusação de obstruir as investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF). 

Na semana passada, o presidente do PT, Rui Falcão, disse confiar no partido para o voto favorável à cassação de Cunha: "Confio em que nossos deputados, no Conselho de Ética, votem pela admissibilidade".

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