Maguito e Daniel Vilela são os nomes de Goiás na lista do ministro Fachin

O ex-prefeito e ex-governador Maguito Vilela (PMDB) e seu filho, o deputado federal Daniel Vilela (PMDB) são os únicos goianos na lista divulgada pelo Estadão, que traz os políticos que serão alvo de inquérito; investigação foi determinada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF; crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações

O ex-prefeito e ex-governador Maguito Vilela (PMDB) e seu filho, o deputado federal Daniel Vilela (PMDB) são os únicos goianos na lista divulgada pelo Estadão, que traz os políticos que serão alvo de inquérito; investigação foi determinada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF; crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações
O ex-prefeito e ex-governador Maguito Vilela (PMDB) e seu filho, o deputado federal Daniel Vilela (PMDB) são os únicos goianos na lista divulgada pelo Estadão, que traz os políticos que serão alvo de inquérito; investigação foi determinada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF; crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O ex-prefeito e ex-governador Maguito Vilela (PMDB) e seu filho, o deputado federal Daniel Vilela (PMDB) são os únicos goianos na lista divulgada pelo Estadão, que traz os políticos que serão alvo de inquérito. A investigação foi determinada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF.

Os crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações.

Os senadores Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, e Romero Jucá (RR), presidente do PMDB, são os políticos com o maior número de inquéritos a serem abertos: cinco cada. Os pedidos de abertura de inquérito têm como base as delações de 78 executivos da Odebrecht.

O governo Temer é atingido em cheio. São alvos dos pedidos de investigação os ministros Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, , Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Roberto Freire (PPS), da Cultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Padilha e Kassab responderão em duas investigações, cada.

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