Maia, aliado de Temer, se diz contra aumento de impostos

Novo presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o problema do déficit público não deverá ser resolvido com o aumento de impostos, como deseja o governo; "O mais importante é essa visão do governo de que não adianta aumentar imposto. O brasileiro não tem condição, nem pessoa física nem jurídica, de contribuir mais. Está todo mundo muito endividado. Então a gente precisa reformar o Estado pelo campo da despesa. Tapar um buraco aqui com a expectativa falsa de aumento de receita por aumento de imposto não resolve", disse

Novo presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o problema do déficit público não deverá ser resolvido com o aumento de impostos, como deseja o governo; "O mais importante é essa visão do governo de que não adianta aumentar imposto. O brasileiro não tem condição, nem pessoa física nem jurídica, de contribuir mais. Está todo mundo muito endividado. Então a gente precisa reformar o Estado pelo campo da despesa. Tapar um buraco aqui com a expectativa falsa de aumento de receita por aumento de imposto não resolve", disse
Novo presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o problema do déficit público não deverá ser resolvido com o aumento de impostos, como deseja o governo; "O mais importante é essa visão do governo de que não adianta aumentar imposto. O brasileiro não tem condição, nem pessoa física nem jurídica, de contribuir mais. Está todo mundo muito endividado. Então a gente precisa reformar o Estado pelo campo da despesa. Tapar um buraco aqui com a expectativa falsa de aumento de receita por aumento de imposto não resolve", disse (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O novo presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o problema do déficit público não deverá ser resolvido com o aumento de impostos, como deseja o governo. Maia, disse, ainda, acreditar que a base governista no Congresso tende a se unir após a derrota do chamado centrão – grupo ligado ao ex-presidente da Casa e deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – e que irá trabalhar para que a Câmara vote rapidamente os principais projetos de interesse do governo do vice-presidente em exercício Michel Temer.

"O mais importante é essa visão do governo de que não adianta aumentar imposto. O brasileiro não tem condição, nem pessoa física nem jurídica, de contribuir mais. Está todo mundo muito endividado. Então a gente precisa reformar o Estado pelo campo da despesa. Tapar um buraco aqui com a expectativa falsa de aumento de receita por aumento de imposto não resolve", disse Maia em entrevista á Rádio Jornal do Commercio.

O democrata afirmou ainda que como novo presidente da Câmara uma de suas meta e colocar em votação pautas que já estão prontas para irem ao plenário, como as que alteram as regras do pré-sal e a renegociação das dívidas estaduais. O objetivo, segundo ele, é que estas pautas sejam votadas logo após o fim do recesso parlamentar.

Ele também destacou que a PEC 241, que estabelece um teto para os gastos públicos da União, deverá ser levada à Comissão de Constituição e Justiça ainda na primeira semana de agosto e uma comissão especial para analisar o tema deverá ser criada logo em seguida. "Vamos aguardar novas medidas, como a reforma da Previdência, que o governo deve enviar até a eleição", afirmou.

"Medidas necessárias de superação da crise, se bem comunicadas, podem ter o apoio da sociedade. Porque a crise é tão profunda que passou a ter problemas em muitos Estados, inclusive de atraso de pagamento de servidor. Não adianta ser irresponsável do ponto de vista fiscal e ter uma inflação de 40%", completou.

"A Câmara precisa agora superar esse momento ruim e voltar a fazer política de verdade. Voltar a debater. E tirar um pouquinho desse ranço do toma lá, dá cá", completou.

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