Mal nas urnas, bem nos gastos…

Vereadores que não conseguiram se reeleger em Belo Horizonte usaram valores bem maiores da chamada verba indenizatória nos últimos três meses de mandato

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Minas 247 - Vereadores que não conseguiram ser reeleitos pela população de Belo Horizonte em outubro passado estão entre os que “melhor” uso fizeram da chamada “verba indenizatória” nos últimos meses de mandato. Dois exemplos de parlamantares não eleitos e que elevaram bastante o uso da verba: Moamed Rachid (PDT) e Sílvia Helena (PPS), que aumentaram em cerca de R$ 7 mil o gasto mensal.

Leia trecho da matéria de Larissa Arantes para o jornal O Tempo:

O fraco desempenho nas urnas não conseguiu desanimar parte dos vereadores que não se reelegeu em Belo Horizonte. Passada a eleição, os três últimos meses de mandato foram de gastos inflados com a verba indenizatória. Curiosamente, o item mais utilizado por aqueles que não tiveram o apoio da população para mais quatro anos foi o de "divulgação do mandato parlamentar".

Moamed Rachid (PDT) e Sílvia Helena (PPS), por exemplo, elevaram em cerca de R$ 7.000 as despesas indenizáveis. Até julho de 2012, o pedetista manteve uma média de gastos de R$ 15 mil, e, em novembro, um mês depois das eleições municipais, alcançou R$ 22,5 mil.

Sílvia Helena também manteve uma média entre R$ 14 mil e R$ 15 mil até julho do ano passado, mas, em novembro, foi indenizada em R$ 22,4 mil. 

Apesar de a média mensal de ressarcimento pela Câmara com a verba indenizatória ser de R$ 15 mil, os vereadores podem ultrapassar esse valor desde que o montante, no fim do ano, não ultrapasse R$ 180 mil - valor máximo anual de ressarcimento pelo Legislativo municipal.

Pricila Teixeira (PTB), Maria Lúcia Scarpelli, Neusinha Santos (PT), Paulinho Motorista e Chambarelle (PRB) também elevaram entre R$ 2.000 e R$ 6.000 as despesas, principalmente em novembro.

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