Manifestantes anti-golpe chegam ao centro de SP

Cerca de 40 mil pessoas se reuniram pelas ruas de São Paulo para protestar no Dia Nacional de Lutas em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores, da Democracia, da Petrobras e pela Reforma Política; durante o percurso, os manifestantes gritavam "Fica, Dilma"; representante da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antonio de Moraes, destacou a unidade dos protestos que ocorrem hoje em várias capitais do país; "Trabalhadores do campo e da cidade dizem que paralisar a Petrobras é paralisar o Brasil. São cerca de 1,5 milhão de empregos que giram em torno da indústria do petróleo. Entregar o pré-sal é um crime, e o povo não permitirá"

Cerca de 40 mil pessoas se reuniram pelas ruas de São Paulo para protestar no Dia Nacional de Lutas em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores, da Democracia, da Petrobras e pela Reforma Política; durante o percurso, os manifestantes gritavam "Fica, Dilma"; representante da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antonio de Moraes, destacou a unidade dos protestos que ocorrem hoje em várias capitais do país; "Trabalhadores do campo e da cidade dizem que paralisar a Petrobras é paralisar o Brasil. São cerca de 1,5 milhão de empregos que giram em torno da indústria do petróleo. Entregar o pré-sal é um crime, e o povo não permitirá"
Cerca de 40 mil pessoas se reuniram pelas ruas de São Paulo para protestar no Dia Nacional de Lutas em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores, da Democracia, da Petrobras e pela Reforma Política; durante o percurso, os manifestantes gritavam "Fica, Dilma"; representante da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antonio de Moraes, destacou a unidade dos protestos que ocorrem hoje em várias capitais do país; "Trabalhadores do campo e da cidade dizem que paralisar a Petrobras é paralisar o Brasil. São cerca de 1,5 milhão de empregos que giram em torno da indústria do petróleo. Entregar o pré-sal é um crime, e o povo não permitirá" (Foto: Paulo Emílio)

Camila Boehm e Elaine Patrícia Cruz, da Agência Brasil - Manifestantes que participaram de uma assembleia de professores paulistas no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e de um protesto em frente ao prédio da Petrobras, na Avenida Paulista, reuniram-se em um ato unificado e seguem agora pela Rua da Consolação. De acordo com a Polícia Militar, cerca de 9 mil pessoas participam do ato. Os organizadores estimam que há 40 mil.

As manifestações integram o Dia Nacional de Lutas em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores, da Democracia, da Petrobras e pela Reforma Política. Por volta das 17h30, o grupo de manifestantes fechou uma das pistas, no sentido centro.

Durante o percurso, os manifestantes gritavam "Fica, Dilma". De acordo com os organizadores, a previsão é que a marcha siga até a Praça da República, no centro da capital. O ato reúne integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), da União Nacional dos Estudantes (UNE) e de outros movimentos sociais e sindicais.

O representante da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antonio de Moraes, destacou a unidade dos protestos que ocorrem hoje em várias capitais do país. "Trabalhadores do campo e da cidade dizem que paralisar a Petrobras é paralisar o Brasil. São cerca de 1,5 milhão de empregos que giram em torno da indústria do petróleo. Entregar o pré-sal é um crime, e o povo não permitirá". Ele afirmou, porém, que é preciso apurar e punir os responsáveis pelos esquemas de corrupção na empresa.

O presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Adilson Araújo, disse que o ato é em defesa da governabilidade e pelo direito constitucional de manutenção da presidenta Dilma Rousseff no cargo. "A classe trabalhadora compreende que é necessário ganhar as ruas. Nós temos, sim, o compromisso de disputar neste Congresso mais conservador uma agenda positiva, uma agenda que permita fazer com que o Brasil dê continuidade ao ciclo 'mudancista' iniciado por Lula [ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva]."

Confira reportagem anterior sobre as manifestações:

Milhares vão às ruas defender a Petrobras e dizer não ao golpe

247 com Reuters - Sindicatos de petroleiros e movimentos sociais iniciaram na manhã desta sexta-feira, 13, uma série de manifestações em favor da Petrobras. Os protestos ocorrem dois dias antes das manifestações programadas contra a presidente Dilma Rousseff, que incluem pedidos de impeachment em meio a um escândalo de corrupção na estatal.

Segundo sindicalistas, não existe a intenção de impactar as operações da Petrobras, muito menos a produção. O movimento foi convocado por movimentos como Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e estudantes, além da FUP.

Segundo o diretor da FUP e da executiva nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vitor Carvalho, os manifestantes são contra o impeachment e querem defender a democracia "reconquistada nas ruas e na luta" após a ditadura militar. "Nós perdemos três eleições consecutivas e nunca fomos questionar o resultado", afirmou Carvalho, em defesa da presidente Dilma Rousseff.

Eles defendem a prisão dos culpados pelos desvios de dinheiro da Petrobras e a devolução do dinheiro. Eles também protestam contra ajustes fiscais que "reduzem e limitam direitos e conquistas dos trabalhadores".

Representante dos funcionários da Petrobras na Bacia de Campos, o Sindicato dos Petroleiros Norte Fluminense (Sindipetro-NF) convocou apenas os trabalhadores de folga, visando evitar impacto na produção. A Bacia de Campos produz mais de 70 por cento do petróleo do país.

 

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