Manuela condena intimação de pesquisador: clima persecutório no Brasil não tem limites

A deputada Manuela D'Ávila, pré-candidata a presidente do PCdoB, criticou a intimação do psicofarmacologista Elisaldo Carlini, 88 anos, um dos maiores pesquisadores dos efeitos medicinais da maconha no Brasil, por suposta apologia ao crime; "Um pesquisador de primeiríssimo nível, cujo trabalho científico deveria orgulhar a todos, tendo que depor por suposta apologia ao crime. Tudo porque ele estuda os efeitos medicinais da maconha. O clima persecutório no Brasil não tem limites", disse Manuela em sua página no Facebook

A deputada Manuela D'Ávila, pré-candidata a presidente do PCdoB, criticou a intimação do psicofarmacologista Elisaldo Carlini, 88 anos, um dos maiores pesquisadores dos efeitos medicinais da maconha no Brasil, por suposta apologia ao crime; "Um pesquisador de primeiríssimo nível, cujo trabalho científico deveria orgulhar a todos, tendo que depor por suposta apologia ao crime. Tudo porque ele estuda os efeitos medicinais da maconha. O clima persecutório no Brasil não tem limites", disse Manuela em sua página no Facebook
A deputada Manuela D'Ávila, pré-candidata a presidente do PCdoB, criticou a intimação do psicofarmacologista Elisaldo Carlini, 88 anos, um dos maiores pesquisadores dos efeitos medicinais da maconha no Brasil, por suposta apologia ao crime; "Um pesquisador de primeiríssimo nível, cujo trabalho científico deveria orgulhar a todos, tendo que depor por suposta apologia ao crime. Tudo porque ele estuda os efeitos medicinais da maconha. O clima persecutório no Brasil não tem limites", disse Manuela em sua página no Facebook (Foto: Aquiles Lins)

Rio Grande do Sul 247 - A deputada Manuela D'Ávila, pré-candidata a presidente do PCdoB, criticou a intimação do psicofarmacologista Elisaldo Carlini, 88 anos, um dos maiores pesquisadores dos efeitos medicinais da maconha no Brasil, por suposta apologia ao crime. 

"Um pesquisador de primeiríssimo nível, cujo trabalho científico deveria orgulhar a todos, tendo que depor por suposta apologia ao crime. Tudo porque ele estuda os efeitos medicinais da maconha. O clima persecutório no Brasil não tem limites", disse Manuela em sua página no Facebook. 

Nas décadas de 1970 e 1980, liderou na Unifesp um grupo de pesquisa que, junto a outros estudos internacionais, possibilitou o desenvolvimento de medicamentos à base de Cannabis sativa, utilizados em vários países para tratamento de epilepsia e esclerose múltipla, por exemplo.

Pelo seu trabalho como pesquisador, foi condecorado duas vezes pela Presidência da República durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Está no sétimo mandato como membro do Expert Advisory Panel on Drug Dependence and Alcohol Problems, da Organização Mundial da Saúde (OMS), e é ex-membro do Conselho Internacional de Controle de Narcóticos (INCB), eleito pelo Conselho Econômico Social das Nações Unidas (leia mais).

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