Manuela D'Ávila: Constituição de 88 foi “rasgada pelo golpismo”

Pré-candidata à presidência da República pelo PCdoB, a deputada estadual Manuela D'Ávila criticou o governo de Michel Temer, ao dizer que, nesta fase do capitalismo contemporâneo, "o governo do povo, a democracia, é colocada de lado quando afeta os interesses de funcionamento do sistema"; de acordo com a parlamentar, "a Constituição de 1988, elaborada logo após o fim da ditadura que governou o Brasil de 1964 a 1985, foi chamada de “Constituição Cidadã” justamente por sua carta de direitos"; "Hoje, ela é rasgada pelo golpismo"

Pré-candidata à presidência da República pelo PCdoB, a deputada estadual Manuela D'Ávila criticou o governo de Michel Temer, ao dizer que, nesta fase do capitalismo contemporâneo, "o governo do povo, a democracia, é colocada de lado quando afeta os interesses de funcionamento do sistema"; de acordo com a parlamentar, "a Constituição de 1988, elaborada logo após o fim da ditadura que governou o Brasil de 1964 a 1985, foi chamada de “Constituição Cidadã” justamente por sua carta de direitos"; "Hoje, ela é rasgada pelo golpismo"
Pré-candidata à presidência da República pelo PCdoB, a deputada estadual Manuela D'Ávila criticou o governo de Michel Temer, ao dizer que, nesta fase do capitalismo contemporâneo, "o governo do povo, a democracia, é colocada de lado quando afeta os interesses de funcionamento do sistema"; de acordo com a parlamentar, "a Constituição de 1988, elaborada logo após o fim da ditadura que governou o Brasil de 1964 a 1985, foi chamada de “Constituição Cidadã” justamente por sua carta de direitos"; "Hoje, ela é rasgada pelo golpismo" (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - Pré-candidata à presidência da República pelo PCdoB, a deputada estadual Manuela D'Ávila criticou o governo de Michel Temer, nesta quinta-feira (18), em sua conta no Twitter.

"Nesta fase do capitalismo contemporâneo, que nada mais é do que o neoliberalismo, o governo do povo, a democracia, é colocada de lado quando afeta os interesses de funcionamento do sistema. Esta é a fonte da emergência de inúmeros casos de estados de exceção", disse.

De acordo com a parlamentar, "a Constituição de 1988, elaborada logo após o fim da ditadura que governou o Brasil de 1964 a 1985, foi chamada de “Constituição Cidadã” justamente por sua carta de direitos". "Hoje, ela é rasgada pelo golpismo", continuou.

"É necessário frisar aqui que as mulheres são as mais prejudicadas por esse ataque aos direitos sociais e individuais, bem como pela diminuição do papel do Estado e das políticas públicas", acrescentou.

Apesar de ser pré-candidata ao Palácio do Planalto, Manuela defende a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto e já havia criticado o fato de o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) ter adiantado o processo do petista no caso envolvendo o tripléx do Guarujá (SP).

 

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