Manuela: economia perde competitividade com privatização da Eletrobras

Segundo a deputada estadual Manuela D'Ávila (PCdoB), a privatização da Eletrobras "ameaça nossa segurança energética e nossa soberania, e a economia perde competitividade"; "Só temos a perder", afirmou ela no Twitter; "O resultado vai pesar no bolso do trabalhador e da trabalhadora, que deve pagar mais pela energia consumida"

Manuela:  economia perde competitividade com privatização da Eletrobras
Manuela: economia perde competitividade com privatização da Eletrobras (Foto: Stuckert)

Rio Grande do Sul 247 - A deputada estadual Manuela D'Ávila (PCdoB) - seu partido integra a coligação de PT PCO e Pros - criticou a privatização da Eletrobras, proposta, que, de acordo com a parlamentar, "ameaça nossa segurança energética e nossa soberania, e a economia perde competitividade". "Só temos a perder", afirmou ela no Twitter.

"A Advocacia-Geral da União conseguiu derrubar, junto ao Tribunal Superior do Trabalho, liminar que impedia o leilão de seis distribuidoras da Eletrobras. O resultado vai pesar no bolso do trabalhador e da trabalhadora, que deve pagar mais pela energia consumida. Tudo isso sem resolver o problema de endividamento do governo", disse.

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro João Batista Brito Pereira, cassou nesta segunda-feira liminar concedida anteriormente pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), que impedia o leilão de distribuidoras da Eletrobras.

Conforme decisão a que a Reuters teve acesso, o magistrado acatou recurso da Advocacia-Geral da União (AGU), que na sexta-feira tinha entrado com recurso no TST para derrubar a decisão do TRT-1.

Na semana passada, a Eletrobras alterou o cronograma de desestatização de suas distribuidoras e reagendou o leilão da empresa que atua no Amazonas para 26 de setembro, ao passo que o certame das companhias com operações em Rondônia, Roraima e Acre foi mantido para 30 de agosto.

Já a venda da Ceal, de Alagoas, permanece suspensa em razão de uma outra decisão judicial.

*Com informações da Reuters

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