Manuela: mulheres da Argentina decidiram falar a verdade

A pré-candidata à presidência da República pelo PCdoB, Manuela D'Ávila, comentou a legalização do aborto no país vizinho; "As ruas da Argentina deram recado numa gigantesca mobilização das mulheres. Elas decidiram falar a verdade: não é sobre abortar. E sobre deixar que as mulheres pobres morram na clandestinidade e as ricas vivam"

A pré-candidata à presidência da República pelo PCdoB, Manuela D'Ávila, comentou a legalização do aborto no país vizinho; "As ruas da Argentina deram recado numa gigantesca mobilização das mulheres. Elas decidiram falar a verdade: não é sobre abortar. E sobre deixar que as mulheres pobres morram na clandestinidade e as ricas vivam"
A pré-candidata à presidência da República pelo PCdoB, Manuela D'Ávila, comentou a legalização do aborto no país vizinho; "As ruas da Argentina deram recado numa gigantesca mobilização das mulheres. Elas decidiram falar a verdade: não é sobre abortar. E sobre deixar que as mulheres pobres morram na clandestinidade e as ricas vivam" (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Sputnik - A pré-candidata à presidência da República pelo PCdoB, Manuela D'Ávila, prestou solidariedade nesta quinta-feira (14) às mulheres da Argentina, país que legalizou aborto.

"As ruas da Argentina deram recado numa gigantesca mobilização das mulheres. Elas decidiram falar a verdade: não é sobre abortar. E sobre deixar que as mulheres pobres morram na clandestinidade e as ricas vivam. Venceram 129 x 125", escreveu a presidenciável em sua conta no Twitter.

O projeto de lei, que pretende dar direito às cidadãs de interromperem gravidez até a 14ª semana, passou para o Senado argentino, que tomará a decisão final. O aborto legal foi autorizado na Câmara dos Deputados e recebeu o apoio das pessoas de Buenos Aires.

Segundo informa o jornal El País, a votação foi muito acalorada e durou mais de 20 horas. Os legisladores aprovaram hoje (14) o projeto de lei para interrupção voluntária da gravidez com 129 votos a favor e 125 contra.

Poucos imaginavam três meses atrás, quando o presidente Mauricio Macri decidiu iniciar o debate, que a legalização do aborto seria aprovada em ao menos uma das duas câmaras. Agora o projeto de lei passará para o Senado, que é mais conservador.

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