‘Mapear parque cafeeiro não deixa produtor na mão de especuladores’

Continuar o mapeamento da produção cafeeira em que Minas Gerais, projeto pioneiro do estado; essa é uma das principais missões do secretário de Agricultura, Pedro Leitão, há quatro meses na pasta; "No café, estamos entregando até o ano que vem o mapeamento de todo o parque cafeeiro de Minas Gerais, via satélite e por terra. É uma informação preciosa. Vamos ser o primeiro Estado do país a ter 100% de seu parque cafeeiro mapeado, inclusive com informações de qualidade de safra. Isso nos traz uma previsibilidade e um insumo muito importante para se fazer uma política pública adequada. Inclusive para o produtor não ficar na mão de especuladores, para saber se a safra do ano será maior ou menor"

Continuar o mapeamento da produção cafeeira em que Minas Gerais, projeto pioneiro do estado; essa é uma das principais missões do secretário de Agricultura, Pedro Leitão, há quatro meses na pasta; "No café, estamos entregando até o ano que vem o mapeamento de todo o parque cafeeiro de Minas Gerais, via satélite e por terra. É uma informação preciosa. Vamos ser o primeiro Estado do país a ter 100% de seu parque cafeeiro mapeado, inclusive com informações de qualidade de safra. Isso nos traz uma previsibilidade e um insumo muito importante para se fazer uma política pública adequada. Inclusive para o produtor não ficar na mão de especuladores, para saber se a safra do ano será maior ou menor"
Continuar o mapeamento da produção cafeeira em que Minas Gerais, projeto pioneiro do estado; essa é uma das principais missões do secretário de Agricultura, Pedro Leitão, há quatro meses na pasta; "No café, estamos entregando até o ano que vem o mapeamento de todo o parque cafeeiro de Minas Gerais, via satélite e por terra. É uma informação preciosa. Vamos ser o primeiro Estado do país a ter 100% de seu parque cafeeiro mapeado, inclusive com informações de qualidade de safra. Isso nos traz uma previsibilidade e um insumo muito importante para se fazer uma política pública adequada. Inclusive para o produtor não ficar na mão de especuladores, para saber se a safra do ano será maior ou menor" (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Continuar o mapeamento da produção cafeeira em que Minas Gerais, projeto pioneiro do estado. Essa é uma das principais missões do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leitão, há quatro meses na pasta. O dirigente elencou trabalho em parceira com "a Emater, dando assistência técnica ao produtor rural, pequeno, médio e grande", com a Epamig, "fazendo muitas pesquisas e só este ano vamos lançar três novos viveiros de café, inclusive com culturas resistentes a pragas, para aumentar a produtividade".

"Também estamos junto ao IMA na defesa agropecuária. Para fomentar esses setores e fazer com que a produção cresça, precisamos, principalmente, trabalhar a informação com o agricultor, que é um insumo muito importante", disse ele durante entrevista concedida ao jornal Hoje Em Dia publicada nesta segunda-feira (5).

"Por exemplo, no café, estamos entregando até o ano que vem o mapeamento de todo o parque cafeeiro de Minas Gerais, via satélite e por terra. É uma informação preciosa. Vamos ser o primeiro Estado do país a ter 100% de seu parque cafeeiro mapeado, inclusive com informações de qualidade de safra. Isso nos traz uma previsibilidade e um insumo muito importante para se fazer uma política pública adequada. Inclusive para o produtor não ficar na mão de especuladores, para saber se a safra do ano será maior ou menor. Quando temos a informação precisa, conseguimos negociar", acrescentou.

Ao comentar sobre como será feito o mapeamento do parque cafeeiro, Leitão afirmou que o projeto é colocado em prática por meio de "um consócio que o governo de Minas realiza por meio de Codemig, Emater, Epamig e Embrapa".

"Nós não só contratamos uma empresa, mas também desenvolvemos uma tecnologia e uma metodologia de como mapear esse parque cafeeiro, tanto via satélite quanto por terra. Tiramos as fotos aéreas e isso é validado com informações em solo sobre safra, qualidade e tipos de café, que podem ser de propriedades certificadas ou não. Vamos montar e entregar um geoportal que abre portas. E se apreendemos a fazer com o café, podemos utilizar em outras culturas", disse. 

O titular da pasta confirmou que os produtores poderão colaborar com o novo sistema. "Será um portal aberto a todos, e acreditamos que com essas informações podemos fazer uma política pública mais adequada, já que teremos condições de saber onde a produtividade realmente caiu ou aumentou, e em qual lugar precisamos melhorar a qualidade do insumo. A grande questão do café não é produzir mais, e sim ter mais qualidade. É agregar mais valor ao produto existente", disse. 

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