Márcio: 'Golpistas querem impedir Dilma, prender Lula e cassar o PT'

O secretário nacional de Finanças do PT, Márcio Macêdo, defendeu, em reunião da Direção Estadual do partido, em Sergipe, que aconteceu no sábado (12), que a legenda esteja unida para enfrentar a tentativa de impeachment da presidente Dilma Rousseff. ele ressaltou que o momento político e econômico do país é complexo, mas disse acreditar que será possível superar as dificuldades; ele estabeleceu como pontos centrais “defender o mandato da presidente Dilma Rousseff e preservar o PT e o ex-presidente Lula”

O secretário nacional de Finanças do PT, Márcio Macêdo, defendeu, em reunião da Direção Estadual do partido, em Sergipe, que aconteceu no sábado (12), que a legenda esteja unida para enfrentar a tentativa de impeachment da presidente Dilma Rousseff. ele ressaltou que o momento político e econômico do país é complexo, mas disse acreditar que será possível superar as dificuldades; ele estabeleceu como pontos centrais “defender o mandato da presidente Dilma Rousseff e preservar o PT e o ex-presidente Lula”
O secretário nacional de Finanças do PT, Márcio Macêdo, defendeu, em reunião da Direção Estadual do partido, em Sergipe, que aconteceu no sábado (12), que a legenda esteja unida para enfrentar a tentativa de impeachment da presidente Dilma Rousseff. ele ressaltou que o momento político e econômico do país é complexo, mas disse acreditar que será possível superar as dificuldades; ele estabeleceu como pontos centrais “defender o mandato da presidente Dilma Rousseff e preservar o PT e o ex-presidente Lula” (Foto: Valter Lima)
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Sergipe 247 - O secretário nacional de Finanças do PT, Márcio Macêdo, defendeu, em reunião da Direção Estadual do partido, em Sergipe, que aconteceu no sábado (12), que a legenda esteja unida para enfrentar a tentativa de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ele ressaltou que o momento político e econômico do país é complexo, mas disse acreditar que será possível superar as dificuldades.

“É um dos momentos mais delicados da nossa história. As crises política e econômica se retroalimentam. A primeira coisa é entender que a conjuntura é adversa e precisamos traçar uma estratégia para lidar com ela. Há uma crise econômica, que não é exclusiva do Brasil, mas atinge os Estados Unidos, a Europa e a China. E há um crescimento do conservadorismo em todo o mundo. Então, temos que ter consciência que estamos no epicentro da crise, a conjuntura é delicada. Mas tem saída, temos que enfrentar, de forma corajosa”, disse.

Neste cenário, ele estabeleceu como pontos centrais “defender o mandato da presidente Dilma Rousseff e preservar o PT e o ex-presidente Lula”. “Não há como dissociar o PT, Dilma e Lula. A movimentação golpista que está em curso quer atingir os três. São três os objetivos: impeachment da presidente Dilma, prender Lula e cassar o registro do PT”, alertou.

Por isso, disse o secretário, “não há outra alternativa a não ser enfrentar esta situação com unidade”. “Temos que estar juntos. Não tem espaço para divergência, para disputa interna, não tem espaço para quem quer se aproveitar da crise para tirar proveito próprio”, ressaltou.

Ele salientou que o ideal é superar o processo do impeachment ainda neste ano. “Assim conseguiremos começar 2016 em outra perspectiva, com outro momento da política econômica, com a recuperação dos projetos estratégicos e a volta do crescimento”, afirmou.

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