Marconi considera natural movimentação política de sua base

“Estamos a um ano e meio da eleição e as coisas começam a esquentar a partir de agora. Têm partidos que se dizem da base, mas não eram da base em 2014. Outros são da base e é natural que eles queiram os espaços. O que está em jogo, para colocar os pingos nos is é o seguinte: existem quatro vagas na chapa majoritária, governador, vice, duas vagas de senador e além dos suplentes. A questão toda não é por espaço no governo, a questão toda que se discute hoje é por espaço nas chapas majoritárias do ano que vem e é isso que vai definir o jogo, quem é que vai estar com quem", disse o governador em entrevista nesta terça-feira

“Estamos a um ano e meio da eleição e as coisas começam a esquentar a partir de agora. Têm partidos que se dizem da base, mas não eram da base em 2014. Outros são da base e é natural que eles queiram os espaços. O que está em jogo, para colocar os pingos nos is é o seguinte: existem quatro vagas na chapa majoritária, governador, vice, duas vagas de senador e além dos suplentes. A questão toda não é por espaço no governo, a questão toda que se discute hoje é por espaço nas chapas majoritárias do ano que vem e é isso que vai definir o jogo, quem é que vai estar com quem", disse o governador em entrevista nesta terça-feira
“Estamos a um ano e meio da eleição e as coisas começam a esquentar a partir de agora. Têm partidos que se dizem da base, mas não eram da base em 2014. Outros são da base e é natural que eles queiram os espaços. O que está em jogo, para colocar os pingos nos is é o seguinte: existem quatro vagas na chapa majoritária, governador, vice, duas vagas de senador e além dos suplentes. A questão toda não é por espaço no governo, a questão toda que se discute hoje é por espaço nas chapas majoritárias do ano que vem e é isso que vai definir o jogo, quem é que vai estar com quem", disse o governador em entrevista nesta terça-feira (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O governador Marconi Perillo disse nesta terça-feira, em entrevista coletiva, que a movimentação dos partidos da base é natural. A entrevista de Marconi ocorreu hoje de manhã, na abertura do 3º Meeting da Instituições de Assistência aos Servidores Públicos, em Goiânia. Confira o que disse Marconi sobre o assunto:

“Estamos a um ano e meio da eleição, as coisas começam a esquentar a partir de agora. Têm partidos que se dizem da base mas não eram da base em 2014. Outros são da base e é natural que eles queiram os espaços. O que está em jogo, para colocar os pingos nos is é o seguinte: existem quatro vagas na chapa majoritária, governador, vice, duas vagas de senador e além dos suplentes. A questão toda não é por espaço no governo, a questão toda que se discute hoje é por espaço nas chapas majoritárias do ano que vem e é isso que vai definir o jogo, quem é que vai estar com quem. Nós temos só na nossa base hoje uns dez pré candidatos ao senado. Só tem duas vagas. Então, é natural que essa busca por acomodação ocorra e isso é democrático. Eu respeito as pessoas que estão representando os partidos na base. São pessoas da minha relação pessoal, são meus amigos, alguns de décadas. Eu não vou entrar nesse jogo. Porque, repito, o jogo não é para acomodação no governo, é por acomodação na chapa majoritária ou nas chapas majoritárias de 2018. É natural que alguém que não se sentir bem, que não for contemplado na chapa do governo tende a procurar espaços. Isso é matemático, é dois mais dois. Não tem que a gente ficar preocupado com isso. Eu vejo que há ansiedade de muitos que querem já definir como é que vai ficar o quadro. Esse é o problema. Se nós tivéssemos dez vagas, estava tudo resolvido”.

Segurança

O governador Marconi disse também, na mesma entrevista, que a crise no sistema prisional brasileiro só será resolvida com a participação do governo federal, que hoje investe não garante recursos para o setor e deixa toda a responsabilidade para o Estados. Acompanhe a fala:

“Olha, eu fui ao ministro da Justiça, semana passada, e disse a ele o que todos têm dito: o sistema prisional brasileiro está falido, porque o governo federal não coloca recursos. Isso não é de agora. É de décadas. Enquanto o governo federal não assumir a responsabilidade de colocar o dinheiro do Fundo Penitenciário em presídios de segurança máxima, enquanto não houver ajuda federal na área de Segurança Pública os Estados não vão conseguir fazer as coisas sozinhos. No ano passado, o Governo de Goiás gastou 13% de sua receita com Segurança Pública, o governo federal, nem um centavo. É inadmissível que a gente consiga resolver um problema tão sério do nosso sistema carcerário brasileiro, onde nós já tivemos tantos problemas nesse ano, se não houver participação decisiva do governo federal. Dois dias depois de empossado, eu levei esse problema ao ministro da Justiça, que está sensível, já levamos ao presidente da República. Não é só aqui em Goiás. Aliás, aqui em Goiás nós temos tido menos problemas do que em outros estados brasileiros. De qualquer maneira nós estamos encarando essa situação. Nós vamos chamar mais agentes penitenciários agora, mas o fato é que é preciso construir mais penitenciárias. Não é que a gente cultue a questão do sistema prisional, mas é porque existem mais presos do que vagas, por isso é preciso construir-se mais presídios, ao tempo que é preciso ter mais dinheiro para contratar agentes penitenciários. Então, eu não estou falando isso para fugir das minhas responsabilidades. Nós temos assumido as nossas responsabilidades. Cinco presídios nossos estão ficando pronto. Um já está ficando pronto e quatro em andamento, com muita dificuldade, porque falta dinheiro. Às vezes as pessoas me perguntam: por que a obra está parada? Por que falta dinheiro. Nós vivemos a maior crise da história do Brasil, nesses dois anos e meio. Mesmo assim, aqui em Goiás nós mantivemos as nossas obrigações em dia e avançamos na construção de muitas obras, muitos investimentos importantes. E, agora, nós vamos avançar ainda mais este ano, porque felizmente nós estamos conseguindo equilibrar as receitas e as despesas”.

 

 

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