Marconi: doações da JBS não resultaram em benefícios privados

O governador Marconi Perillo afirmou que o depoimento do executivo da JBS Ricardo Saud demonstra que doações legais de campanha feitas pelo Grupo JBS para o PSDB de Goiás não resultaram em "troca de interesses privados no Governo de Goiás"; em seu pronunciamento, Marconi observa que as doações se restringiram a campanha de 2010, devidamente declaradas à Justiça Eleitoral, e não ocorreram em 2014; "O depoimento do delator do Grupo JBS é a demonstração cabal de que não foi usado expediente de doações de campanha em troca de interesses privados no Governo de Goiás"

O governador Marconi Perillo afirmou que o depoimento do executivo da JBS Ricardo Saud demonstra que doações legais de campanha feitas pelo Grupo JBS para o PSDB de Goiás não resultaram em "troca de interesses privados no Governo de Goiás"; em seu pronunciamento, Marconi observa que as doações se restringiram a campanha de 2010, devidamente declaradas à Justiça Eleitoral, e não ocorreram em 2014; "O depoimento do delator do Grupo JBS é a demonstração cabal de que não foi usado expediente de doações de campanha em troca de interesses privados no Governo de Goiás"
O governador Marconi Perillo afirmou que o depoimento do executivo da JBS Ricardo Saud demonstra que doações legais de campanha feitas pelo Grupo JBS para o PSDB de Goiás não resultaram em "troca de interesses privados no Governo de Goiás"; em seu pronunciamento, Marconi observa que as doações se restringiram a campanha de 2010, devidamente declaradas à Justiça Eleitoral, e não ocorreram em 2014; "O depoimento do delator do Grupo JBS é a demonstração cabal de que não foi usado expediente de doações de campanha em troca de interesses privados no Governo de Goiás" (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O governador Marconi Perillo afirmou na terça-feira (23) que o depoimento do executivo da JBS Ricardo Saud demonstra que doações legais de campanha feitas pelo Grupo JBS para o PSDB de Goiás não resultaram em "troca de interesses privados no Governo de Goiás". Em seu pronunciamento, Marconi observa que as doações se restringiram a campanha de 2010, devidamente declaradas à Justiça Eleitoral, e não ocorreram em 2014.

"O depoimento do delator do Grupo JBS é a demonstração cabal de que não foi usado expediente de doações de campanha em troca de interesses privados no Governo de Goiás", disse o governador, em nota de esclarecimento à população de Goiás". "Todas as doações da campanha de 2010 foram recebidas estritamente de acordo com a legislação vigente, e registradas na Justiça Eleitoral, que aprovou as contas.

"Na campanha de 2014 não recebi um centavo sequer do Grupo JBS, exatamente porque não aceito nenhuma ajuda de campanha em troca de quaisquer benefícios no governo", afirmou Marconi.

"Essa conduta ficou clara nas citações do Grupo JBS e também da Odebrecht. Tão importante quanto isso é a comparação entre o que os delatores disseram sobre outros políticos e o que disseram a meu respeito", disse o governador. "Os depoimentos dos delatores esclarecem, cabalmente, que não houve qualquer negociação para favorecimento de quem quer que seja", afirmou Marconi, na nota, emitida no início da noite desta terça, 23.

"As citações demonstram ainda que não negociei favores no Governo de Goiás em troca de doações eleitorais.

Reafirmo: todas as doações que recebi foram legais e não tiveram nenhuma contrapartida do Governo de Goiás, nem neste caso específico como também em nenhum outro", afirmou o governador. Abaixo, a íntegra da manifestação do governador:


NOTA DE ESCLARECIMENTO

"O depoimento do delator do Grupo JBS é a demonstração cabal de que não foi usado expediente de doações de campanha em troca de interesses privados no Governo de Goiás.

Todas as doações da campanha de 2010 foram recebidas estritamente de acordo com a legislação vigente, e registradas na Justiça Eleitoral, que aprovou as contas.

Na campanha de 2014 não recebi um centavo sequer do Grupo JBS, exatamente porque não aceito nenhuma ajuda de campanha em troca de quaisquer benefícios no governo.

Essa conduta ficou clara nas citações do Grupo JBS e também da Odebrecht. Tão importante quanto isso é a comparação entre o que os delatores disseram sobre outros políticos e o que disseram a meu respeito.

Os depoimentos dos delatores esclarecem, cabalmente, que não houve qualquer negociação para favorecimento de quem quer que seja. As citações demonstram ainda que não negociei favores no Governo de Goiás em troca de doações eleitorais.

Reafirmo: todas as doações que recebi foram legais e não tiveram nenhuma contrapartida do Governo de Goiás, nem neste caso específico como também em nenhum outro."

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