Marconi inaugura usina e elogia solidez da Celg G&T

Governador Marconi Perillo inaugurou, na manhã desta sexta-feira, a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) de Fazenda Velha, localizada no ribeirão Ariranha, município de Jataí; orçada em R$ 78 milhões, a obra é uma parceria da Celg G&T (Geração e Transmissão), que possui 20% de participação societária, com a Construtora Villela e Carvalho, Concrecom e Luana Participações; ao mesmo tempo em que deixa o setor de distribuição, com a privatização da Celd D, o governo estadual, através da Celg G&T, investe seus esforços no fortalecimento de uma empresa da qual tem 100% de participação

Governador Marconi Perillo inaugurou, na manhã desta sexta-feira, a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) de Fazenda Velha, localizada no ribeirão Ariranha, município de Jataí; orçada em R$ 78 milhões, a obra é uma parceria da Celg G&T (Geração e Transmissão), que possui 20% de participação societária, com a Construtora Villela e Carvalho, Concrecom e Luana Participações; ao mesmo tempo em que deixa o setor de distribuição, com a privatização da Celd D, o governo estadual, através da Celg G&T, investe seus esforços no fortalecimento de uma empresa da qual tem 100% de participação
Governador Marconi Perillo inaugurou, na manhã desta sexta-feira, a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) de Fazenda Velha, localizada no ribeirão Ariranha, município de Jataí; orçada em R$ 78 milhões, a obra é uma parceria da Celg G&T (Geração e Transmissão), que possui 20% de participação societária, com a Construtora Villela e Carvalho, Concrecom e Luana Participações; ao mesmo tempo em que deixa o setor de distribuição, com a privatização da Celd D, o governo estadual, através da Celg G&T, investe seus esforços no fortalecimento de uma empresa da qual tem 100% de participação (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O governador Marconi Perillo inaugurou, na manhã desta sexta-feira (8), a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) de Fazenda Velha, localizada no ribeirão Ariranha, município de Jataí. Orçada em R$ 78 milhões, a obra é uma parceria da Celg G&T (Geração e Transmissão), que possui 20% de participação societária, com a Construtora Villela e Carvalho, Concrecom e Luana Participações.

A PCH Fazenda Velha foi contratada em licitação no 18º Leilão de Energia Nova, realizado em dezembro de 2013. A usina tem três unidades geradoras e sistema de transmissão de interesse restrito. Sua potência total é de 16,5 MW, o suficiente para iluminar uma cidade do tamanho de Jataí, sem considerar o distrito industrial.

Marconi e comitiva percorreram todas as dependências da usina. Na Casa de Máquinas, o governador, ao lado do diretor-presidente da construtora, Crézo Vilela, do secretário Vilmar Rocha (Secima), do vice-prefeito de Jataí, Reni Franco Garcia, do vice-presidente da Celg G&T, Bráulio Moraes, e do ex-governador e prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, acionou, via tablet, o sistema operacional da Usina, dando início à vazão da água que movimenta as turbinas.

Com entusiasmo, o governador disse que a Celg G&T começou do zero e hoje já tem a participação em mil megawatts de geração. Desses, ela será proprietária no médio prazo de 200 megawatts.

Marconi disse também que o Estado está deixando a área de distribuição da CelgD. “A CelgD não tem um centavo hoje para fazer novos investimentos. Depois de muito ajuste, nós temos hoje 40 milhões de prejuízo mensal. Não dá pra ficar com uma empresa dessa”, comentou.

“Aqui em Jataí tem muito empreendedor do agronegócio que está com sua atividade parada ou sem ter condições de ampliar porque não tem energia distribuída. Ao privatizar os 49% de que somos proprietários na CelgD, nós vamos viabilizar nos próximos três anos investimentos no valor de R$ 2 bilhões. Isso será uma injeção na veia para a industrialização, o desenvolvimento do agronegócio, aqui em Jataí e em todo o Estado (que produz 10% dos grãos do Brasil)”, declarou.

Ao mesmo tempo em que abandona o setor de distribuição, o governo, através da Celg G&T, investe seus esforços no fortalecimento de uma empresa da qual tem 100% de participação. “Estamos atuando fortemente na transmissão. Várias linhas e subestações estão sendo construídas com a participação societária da Celg G&T. Não há nada para ser mais rentável do que a geração. E esta foi a opção que fizemos: Celg Geração e Transmissão e Celg Telecomunicações”, salientou.

Marconi considerou aquela solenidade, “um momento especial para todos nós”, ao considerar que o Brasil está praticamente parado, enquanto alguns empresários trabalham na construção de um empreendimento que custou R$ 78 milhões, que vai gerar 16,5 megawatts de energia e que oportunizou milhares de empregos durante a fase de construção.

Disse também que a obra estava sendo entregue dois anos antes do previsto. “E - completou - sem sequer um aditivo. Ela foi orçada e construída dentro do valor previsto no orçamento. Isso é muito para um Brasil onde assistimos todos os dias tantos desvios e problemas”.

Fez questão de enaltecer o bom gosto dos empreendedores na projeção da área construída e do paisagismo da Usina. “Eu sou uma pessoa que gosta muito de cultura. Ao chegar aqui e ver a casa de força nesse estilo colonial eu me lembrei das cidades histórias de Minas e de Goiás. O cuidado com a memória histórica, com o paisagismo e com o meio ambiente é notado em cada canto dessa obra”.

Marconi disse considerar as PPPs o modelo ideal. “A Celg G&T é 100% pública, mas ela entra com 20% do capital na participação societária. Os empresários privados entram com 80%. Essa é na verdade uma parceria entre o setor privado e o público. Nós temos que nos despir de preconceitos em relação ao capital. O capital quando bem empregado traz o bem para a sociedade. Ele melhora a qualidade de vida das pessoas. O que nós estamos precisando no Brasil é de algumas engenharias econômicas e políticas que nos possibilitem andar para a frente e ao mesmo tempo de pessoas que nos ajudem a destravar a questão ambiental”.

Elogiou ainda a tendência de o País investir mais em pequenas usinas. Na sua avaliação, as PCHS são mais econômicas, com menor custo de produção, causam pouco dano ambiental e podem ser erguidas em rios com menor vazão. “Isso contribui para o fortalecimento regional e descentraliza a geração de eletricidades”.

O governador lembrou que 85% da energia elétrica nacional são produzidas em hidrelétricas. São fontes de energia limpa, mas causam impacto ambiental, devido ao alagamento de grandes áreas. “As usinas a fio d`água (como a de Fazenda Velha) reduzem esse impacto. São uma tendência dos últimos anos”, observou.

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