Marconi: ‘O PSDB precisa, sim, fazer uma autocrítica’

Governador de Goiás avalia que seu partido, o PSDB, precisa "fazer uma autocrítica" e um debate interno sobre os rumos do programa do partido em meio às discussões sobre a aliança e a escolha do presidenciável tucano para a disputa pela presidência da República em 2018; "Essa autocrítica precisa ser iniciada dentro do partido, nas instâncias deliberativas, nos diretórios e em fóruns de discussão com a sociedade", disse Marconi

Governador de Goiás avalia que seu partido, o PSDB, precisa "fazer uma autocrítica" e um debate interno sobre os rumos do programa do partido em meio às discussões sobre a aliança e a escolha do presidenciável tucano para a disputa pela presidência da República em 2018; "Essa autocrítica precisa ser iniciada dentro do partido, nas instâncias deliberativas, nos diretórios e em fóruns de discussão com a sociedade", disse Marconi
Governador de Goiás avalia que seu partido, o PSDB, precisa "fazer uma autocrítica" e um debate interno sobre os rumos do programa do partido em meio às discussões sobre a aliança e a escolha do presidenciável tucano para a disputa pela presidência da República em 2018; "Essa autocrítica precisa ser iniciada dentro do partido, nas instâncias deliberativas, nos diretórios e em fóruns de discussão com a sociedade", disse Marconi (Foto: Romulo Faro)

Goiás 247 - O governador de Goiás, Marconi Perillo, avalia que seu partido, o PSDB, precisa "fazer uma autocrítica" e um debate interno sobre os rumos do programa do partido em meio às discussões sobre a aliança e a escolha do presidenciável tucano para a disputa pela Presidência da República em 2018.

"Essa autocrítica precisa ser iniciada dentro do partido, nas instâncias deliberativas, nos diretórios e em fóruns de discussão com a sociedade", disse Marconi em entrevista à revista Veja, após reunião do Conselho do Movimento Brasil Competitivo (MBC), do qual o tucano é membro.

"O PSDB terá várias maneiras de discutir um novo programa, mas eu não sei se o PSDB deveria fazer esse tipo de programa e de autocrítica sem que houvesse um debate. De repente, esse tipo de programa poderia ter sido feito após uma discussão do partido, que seria gravada e poderia ser transformada num programa para ser levado à apreciação da opinião pública. O PSDB precisa, sim, fazer autocrítica. Já está fazendo e precisa intensificar isso, começando pela catarse interna", afirmou o governador de Goiás.

Questionado sobre a indecisão do PSDB sobre permanecer ou não na base do governo Temer, Marconi ponderou que a legenda "foi o principal fiador do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT)".

"Um partido democrático como o PSDB precisa conviver – e sempre conviveu – com diferentes opiniões em relação a diversos temas. O PSDB foi o principal fiador do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Além disso, também assumiu responsabilidades em relação ao país", disse Marconi.

O governador afirmou que o partido "acertou com o presidente Temer uma agenda voltada para a retomada do crescimento econômico e para outras reformas" e que "esse foi o grande compromisso que o PSDB fez com a nação ao apoiar o governo de transição do presidente Temer".

"Todo esse contexto precisa ser analisado. No caso da denúncia, muitos do PSDB concluíram que era necessário continuar apoiando a agenda de reformas. Outros acharam que a iniciativa que requeria autorização para investigar o presidente era importante", afirma Marconi, na entrevista, realizada em São Paulo, durante a participação do governador no encontro do Conselho Nacional do Movimento Brasil Competitivo.

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