Marconi redefine metas de redução da criminalidade

Durante reunião com a cúpula da Segurança Pública nesta quinta-feira (17), governador determinou mudanças na metodologia de trabalho para diminuir em 10% o número de homicídios neste ano; na primeira avaliação trimestral do programa Goiás Cidadão Seguro (ocorrida no final de março) foi verificado que em 14 das 36 Áreas Integradas de Segurança Pública as metas não foram atingidas; Marconi destacou que prioridade é reduzir os assassinatos, trabalho que, diz, terá reflexos na diminuição da criminalidade como um todo

Durante reunião com a cúpula da Segurança Pública nesta quinta-feira (17), governador determinou mudanças na metodologia de trabalho para diminuir em 10% o número de homicídios neste ano; na primeira avaliação trimestral do programa Goiás Cidadão Seguro (ocorrida no final de março) foi verificado que em 14 das 36 Áreas Integradas de Segurança Pública as metas não foram atingidas; Marconi destacou que prioridade é reduzir os assassinatos, trabalho que, diz, terá reflexos na diminuição da criminalidade como um todo
Durante reunião com a cúpula da Segurança Pública nesta quinta-feira (17), governador determinou mudanças na metodologia de trabalho para diminuir em 10% o número de homicídios neste ano; na primeira avaliação trimestral do programa Goiás Cidadão Seguro (ocorrida no final de março) foi verificado que em 14 das 36 Áreas Integradas de Segurança Pública as metas não foram atingidas; Marconi destacou que prioridade é reduzir os assassinatos, trabalho que, diz, terá reflexos na diminuição da criminalidade como um todo (Foto: Realle Palazzo-Martini)

GoiásAgora - Reunião realizada nesta quinta-feira (17) tratou das metas para redução da criminalidade, em especial os homicídios, nas Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp) que não tiveram resultados positivos no último trimestre. Para os próximos três meses haverá mudanças na metodologia de trabalho. A meta anual é reduzir os homicídios em 10%. O encontro, ocorrido no 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, reuniu o governador Marconi Perillo, o secretário de Segurança Pública, Joaquim Mesquita, o delegado-geral da Polícia Civil, João Carlos Gorski, o comandante da Polícia Militar, coronel Silvio Alves, além dos comandantes da PM e delegados regionais responsáveis por essas áreas em discussão.

Dentro do programa Goiás Cidadão Seguro, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) dividiu desde o ano passado o território goiano em 15 Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps), compostas por 36 Aisps. Cada Aisp engloba vários municípios ou bairros. Na primeira avaliação trimestral do programa (ocorrida no final de março) foi verificado que em 14 áreas as metas não foram atingidas.  A partir de agora a Secretaria da Segurança ampliará de 15 para 18 o número de Risps, mas se mantendo o número de Aisps. O objetivo é aumentar a integração das polícias e otimizar suas ações. Segundo Marconi Perillo, a regulamentação dessa mudança está em fase de conclusão na Casa Civil.

O governador destacou que a prioridade é a redução dos assassinatos, mas esse trabalho também refletirá na diminuição da criminalidade como um todo. “Nós estamos diagnosticando todo o efetivo, todas as ações que precisam ser complementadas e os comandantes apresentaram essas metas”, expôs. “Estamos esperançosos que com essas metodologias novas, com a definição e estipulação de metas vamos conseguir ter um resultado melhor do que o do ano passado. Além disso, o governador informou o Governo de Goiás está atuando no estímulo a esses policiais, por meio da reestruturação das carreiras.

Embora a meta de redução seja anual, o secretário explicou que é possível fazer essa avaliação contínua antes da conclusão desse prazo. Por isso as reuniões trimestrais para apresentação dos resultados e definição dos próximos passos.

Goiânia

O governador citou que entre as Aisps que não alcançaram as metas estão algumas de Goiânia, por exemplo as de Campinas e Centro. Nesta última há grande incidência de moradores de rua. Por causa disso, haverá reunião com o prefeito da capital para definir parcerias no atendimento à essa população e consequentemente no combate à criminalidade. Isso porque alguns desses moradores têm se tornado vítimas ou até mesmo cometido crimes. (Lívia Amaral)

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