Marconi visita centro de inovação e alinha parceria

Governador conheceu as instalações da Associação Fraunhofer, em Berlim, que é considerado o maior centro de inovação tecnológica da Europa; Marconi visitou o instituto para apresentar aos dirigentes do Fraunhofer o programa Inova Goiás, e, assim, prospectar parcerias bilaterais no setor; Brasil e Alemanha já desenvolvem pesquisas e experimentos em conjunto há mais de quatro décadas e, com o crescimento da indústria goiana e um programa específico para a inovação tecnológica, Marconi quer atrair essa parceria também para Goiás

Governador conheceu as instalações da Associação Fraunhofer, em Berlim, que é considerado o maior centro de inovação tecnológica da Europa; Marconi visitou o instituto para apresentar aos dirigentes do Fraunhofer o programa Inova Goiás, e, assim, prospectar parcerias bilaterais no setor; Brasil e Alemanha já desenvolvem pesquisas e experimentos em conjunto há mais de quatro décadas e, com o crescimento da indústria goiana e um programa específico para a inovação tecnológica, Marconi quer atrair essa parceria também para Goiás
Governador conheceu as instalações da Associação Fraunhofer, em Berlim, que é considerado o maior centro de inovação tecnológica da Europa; Marconi visitou o instituto para apresentar aos dirigentes do Fraunhofer o programa Inova Goiás, e, assim, prospectar parcerias bilaterais no setor; Brasil e Alemanha já desenvolvem pesquisas e experimentos em conjunto há mais de quatro décadas e, com o crescimento da indústria goiana e um programa específico para a inovação tecnológica, Marconi quer atrair essa parceria também para Goiás (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - Após apresentação do seminário Promoção de Investimentos em Goiás, o governador Marconi Perillo foi recebido na terça-feira, em Berlim, na Associação Fraunhofer, o maior centro de inovação tecnológica da Europa. Ele visitou o instituto para apresentar aos dirigentes do Fraunhofer o Programa de Inovação e Tecnologia goiano, o Inova Goiás, e, assim, prospectar parcerias bilaterais no setor.

Brasil e Alemanha já desenvolvem pesquisas e experimentos em conjunto há mais de quatro décadas e, com o crescimento da indústria goiana e um programa específico para a inovação tecnológica, Marconi quer atrair essa parceria também para Goiás. A direção da Fraunhofer disse que a associação também tem interesse em ampliar suas parcerias no Brasil, e de forma direta, que os setores da economia apresentados pelo governador durante suas explanações na Missão Europa interessam ao instituto.

O pesquisador brasileiro Tiago Borsoi Klein, que há 10 anos atua no Fraunhofer em Berlim e é atualmente um dos executivos da associação, apresentou as dependências da unidade de Berlim para o governador e comitiva da Missão Europa e ressaltou o interesse do Instituto em realizar a transferência de tecnologia e intercâmbio entre pesquisadores do Brasil e da Alemanha. Klein disse que Marconi foi o primeiro governador do Brasil a ser recebido e conhecer o Fraunhofer e elogiou o Inova Goiás e o programa Goiás Sem Fronteiras, que deverá ter os alemães como os primeiros parceiros para o intercâmbio de estudantes.

A Associação Fraunhofer tem 66 institutos de pesquisa distribuídos por toda a Alemanha, além unidades instaladas nos Estados Unidos e na Ásia, e mais de 20 mil colaboradores. As medidas tecnológicas adotadas no Instituto visam criar soluções inovadoras para o setor público e privado, e, por serem semelhantes às ações do Inova Goiás, o governador busca parcerias e ideias para aplicação no Estado de Goiás.

Klein afirmou que Marconi sai na frente como o programa Goiás Sem Fronteiras: “Sem dúvida é uma iniciativa fantástica. Realizar esse intercâmbio entre alunos e pesquisadores será de grande valia para todos. Muito importante essa iniciativa e a presença do governador. É clara a vontade do Estado de trabalhar em cooperação, universidades, indústria e governo trabalharem juntos".

“O governador Marconi Perillo citou a ideia do Goiás Sem Fronteiras, onde a gente tem que discutir sobre esse projeto estratégico, onde a ideia pode ser a troca de estudantes, pesquisadores, professores, onde exista uma transferência de tecnologias entre a Alemanha e Brasil”, afirmou Klein.

O reitor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Haroldo Reimer, que integra a comitiva da Missão Europa, ressaltou que a visita à Sociedade de Fraunhofer foi extremamente positiva e produtiva para Goiás. “Nós já tivemos discussões muito interessantes, mas a visita à Sociedade de Fraunhofer, de fato, coroou o dia de hoje, e temos da trajetória de mais de 60 anos de sucesso dessa sociedade de pesquisa nós temos lições que podem ser aplicadas para o caso brasileiro e em particular também para o caso goiano.”

O governador se disse entusiasmado ao conhecer o instituto e satisfeito por ter brasileiros neste programa promissor. “Gostaria de falar da nossa impressão: é uma satisfação e uma alegria para nós ver brasileiros atuando aqui numa instituição tão importante como a Fraunhofer", afirmou, acrescentando que “mais satisfatório ainda é perceber que tem pesquisadores brasileiros com a sua qualidade, foco, comprometimento e determinação em mostrar ao mundo especialmente na Alemanha em um centro de tecnologia como este, que os brasileiros são capazes de agregar valor, de pesquisar, difundir ideias e principalmente colaborar".

Sobre o processo de inovação tecnológico proposto por Marconi em Goiás, Klein afirmou que "é muito importante a atuação em cooperação entre a Federação da Indústria (representando o setor produtivo), os reitores de universidades e do Governo de Goiás" para estimular a pesquisa e o desenvolvimento aplicados às empresas. “Sem dúvida é uma iniciativa fantástica, onde a gente pode conversar sobre projetos de alta tecnologia desenvolvidos aqui no nosso Instituto Fraunhofer, em Berlim", disse o pesquisador, vocalizando também que “isso vai tornar a indústria goiana mais forte no mercado nacional e internacional”.

“Goiás é um Estado que tem interesse, que vem buscando os pontos nos quais nós podemos cooperar. Existem várias indústrias com as quais trabalhamos, indústria de energia – a energia solar é muito interessante – a de agricultura e alimentos, de automação e logística", enumerou. "Sem dúvida são áreas que podemos trabalhar em cooperação”, afirmou. O governador observou que Goiás já tem indústrias em todos esses segmentos e está disposto a estreitar relações para aprimorar esse intercâmbio.

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