Marcos Abrão: a escravidão ainda é uma realidade no nosso país

O deputado federal Marcos Abrão (PPS) divulgou uma mensagem sobre o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Na mensagem o deputado afirma que a exploração do trabalhador acontece "hoje com pessoas que trabalham em locais que são indignos para um ser humano, com jornadas de trabalho que ultrapassam o estabelecido e supervisão intensa, muitas vezes com violência física e psicológica. Entretanto, Marcos Abrão foi um dos deputados que votou a favor da Lei da Terceirização, na Câmara Federal, em 2015. Segundo a CUT, Os trabalhadores terceirizados no Brasil ganham em média 24,7% menos que os contratados diretamente e têm jornadas maiores em pelo menos três horas semanais. O projeto da Lei da Terceirização está agora no Senado e deve entrar na pauta em 2017

O deputado federal Marcos Abrão (PPS) divulgou uma mensagem sobre o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Na mensagem o deputado afirma que a exploração do trabalhador acontece "hoje com pessoas que trabalham em locais que são indignos para um ser humano, com jornadas de trabalho que ultrapassam o estabelecido e supervisão intensa, muitas vezes com violência física e psicológica. Entretanto, Marcos Abrão foi um dos deputados que votou a favor da Lei da Terceirização, na Câmara Federal, em 2015. Segundo a CUT, Os trabalhadores terceirizados no Brasil ganham em média 24,7% menos que os contratados diretamente e têm jornadas maiores em pelo menos três horas semanais. O projeto da Lei da Terceirização está agora no Senado e deve entrar na pauta em 2017
O deputado federal Marcos Abrão (PPS) divulgou uma mensagem sobre o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Na mensagem o deputado afirma que a exploração do trabalhador acontece "hoje com pessoas que trabalham em locais que são indignos para um ser humano, com jornadas de trabalho que ultrapassam o estabelecido e supervisão intensa, muitas vezes com violência física e psicológica. Entretanto, Marcos Abrão foi um dos deputados que votou a favor da Lei da Terceirização, na Câmara Federal, em 2015. Segundo a CUT, Os trabalhadores terceirizados no Brasil ganham em média 24,7% menos que os contratados diretamente e têm jornadas maiores em pelo menos três horas semanais. O projeto da Lei da Terceirização está agora no Senado e deve entrar na pauta em 2017 (Foto: Fatima 247)
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Para lembrar que hoje é o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, no Brasil o deputado Marcos Abrão (PPS) divulgou na sua página do Facebook uma mensagem sobre a data. Na mensagem o deputado afirma que a exploração do trabalhador acontece "hoje com pessoas que trabalham em locais que são indignos para um ser humano, com jornadas de trabalho que ultrapassam o estabelecido e supervisão intensa, muitas vezes com violência física e psicológica. Os modos mudaram, mas a escravidão ainda é uma realidade no nosso país e precisamos lutar para que isso tenha um fim".
 
Em tempos de ameaças à CLT a mensagem do deputado fica ainda mais contundente. Entretanto, Marcos Abrão foi um dos deputados que votou a favor da Lei da Terceirização, na Câmara Federal, em 2015, considerada pelas principais centrais sindicais como precarização das condições de trabalho. Segundo a CUT, Os trabalhadores terceirizados no Brasil ganham em média 24,7% menos que os contratados diretamente e têm jornadas maiores em pelo menos três horas semanais. O projeto da Lei da Terceirização e deve entrar na pauta do Senado, em 2017.
 
Veja a íntegra da postagem do deputado: "Ao contrário do que se pensa, o nosso país ainda vive graves problemas no que diz respeito ao trabalho escravo. Ao contrário do que muitos pensam, o retrato não é o mesmo de tempos coloniais, onde as pessoas eram presas e obrigadas a trabalhar até a exaustão; o que se vê hoje são pessoas que trabalham em locais que são indignos para um ser humano, com jornadas de trabalho que ultrapassam o estabelecido e supervisão intensa, muitas vezes com violência física e psicológica. Os modos mudaram, mas a escravidão ainda é uma realidade no nosso país e precisamos lutar para que isso tenha um fim.
 
O dia 28 de janeiro, foi instituído no Brasil, como dia nacional de combate ao trabalho escravo em homenagem aos auditores-fiscais do trabalho Eratóstenes de Almeida, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e ao motorista Ailton Pereira de Oliveira, assassinados quando investigavam denúncias de trabalho escravo em Unaí (MG).


 

 

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