Margarete: “distritão vai desprestigiar o fazer político”

A maioria dos deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Piauí é contra o chamado “distritão”, aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília; a maior parte deles é contra o distritão por várias razões, inclusive por privilegiar quem já tem mandato no Legislativo; vice-governadora Margarete Coelho (PP) avalia que "[O distritão] Vai desprestigiar o fazer político"; "Mulheres, negros, pessoas da periferia, incluídas através do sistema proporcional, do quociente eleitoral, isso vai desaparecer", avalia

A maioria dos deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Piauí é contra o chamado “distritão”, aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília; a maior parte deles é contra o distritão por várias razões, inclusive por privilegiar quem já tem mandato no Legislativo; vice-governadora Margarete Coelho (PP) avalia que "[O distritão] Vai desprestigiar o fazer político"; "Mulheres, negros, pessoas da periferia, incluídas através do sistema proporcional, do quociente eleitoral, isso vai desaparecer", avalia
A maioria dos deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Piauí é contra o chamado “distritão”, aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília; a maior parte deles é contra o distritão por várias razões, inclusive por privilegiar quem já tem mandato no Legislativo; vice-governadora Margarete Coelho (PP) avalia que "[O distritão] Vai desprestigiar o fazer político"; "Mulheres, negros, pessoas da periferia, incluídas através do sistema proporcional, do quociente eleitoral, isso vai desaparecer", avalia (Foto: Leonardo Lucena)

Piauí Hoje - A maioria dos deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Piauí é contra o chamado “distritão”, aprovado na madrugada desta quinta-feira (10) pela Câmara dos Deputados, em Brasília.

O Piauihoje ouviu vários deputados, sendo que a maior parte deles é contra o distritão por várias razões, inclusive por privilegiar quem já tem mandato no Legislativo. Mauro Tapety (PMDB), Cícero Magalhães (PT) e Francis Lopes (PRP)são contra.

Mas há quem defenda a proposta, como os deputados Marden Menezes (PSDB) e Georgiano Neto (PSD). “A gente torce para que esse projeto seja analisado o mais rápido possível, no plenário daquela Casa e, consequentemente, no Senado Federal, para que haja tempo viável, para vigorar para as eleições de 2018”, disse Georgiano.

A vice-governadora Margarete Coelho (PP) também se manifestou hoje sobre o tema. Segundo ela, acabar com o sistema proporcional vai eliminar as possibilidades de as minorias participarem do processo político.

“[O distritão] Vai desprestigiar o fazer político. Serão eleitas pessoas que fizeram o nome em outros setores que não a política, artistas, jogadores de futebol, líderes religiosos, não que não possam ser, mas a política não pode ser feita apenas com esse tipo de representação. Mulheres, negros, pessoas da periferia, incluídas através do sistema proporcional, do quociente eleitoral, isso vai desaparecer. Vamos ficar com, no máximo, dez partidos hegemônicos e com pessoas que não necessariamente vieram da luta política e isso acho que não é bom”, avalia.

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