Maria do Rosário: Tuiuti revela conluio contra a livre informação

A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) criticou a cobertura da grande imprensa sobre o desfile histórico da escola de samba Paraíso de Tuiuti, no Rio de Janeiro; "Que vergonha: no Brasil, a gente lê no @elpais_brasil com o destaque merecido, o que veículos de comunicação nacionais censuram em sua linha editorial. O carnaval da Tuiutí revela o Brasil não só na avenida, mas um conluio que fere a livre informação e comunicação", escreveu a parlamentar no Twitter

A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) criticou a cobertura da grande imprensa sobre o desfile histórico da escola de samba Paraíso de Tuiuti, no Rio de Janeiro; "Que vergonha: no Brasil, a gente lê no @elpais_brasil com o destaque merecido, o que veículos de comunicação nacionais censuram em sua linha editorial. O carnaval da Tuiutí revela o Brasil não só na avenida, mas um conluio que fere a livre informação e comunicação", escreveu a parlamentar no Twitter
A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) criticou a cobertura da grande imprensa sobre o desfile histórico da escola de samba Paraíso de Tuiuti, no Rio de Janeiro; "Que vergonha: no Brasil, a gente lê no @elpais_brasil com o destaque merecido, o que veículos de comunicação nacionais censuram em sua linha editorial. O carnaval da Tuiutí revela o Brasil não só na avenida, mas um conluio que fere a livre informação e comunicação", escreveu a parlamentar no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio Grande do Sul 247 - A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) criticou a cobertura da grande imprensa sobre o desfile histórico da escola de samba Paraíso de Tuiuti, no Rio de Janeiro.

"Que vergonha: no Brasil, a gente lê no @elpais_brasil com o destaque merecido, o que veículos de comunicação nacionais censuram em sua linha editorial. O carnaval da Tuiutí revela o Brasil não só na avenida, mas um conluio que fere a livre informação e comunicação", escreveu a parlamentar no Twitter.

O desfile questionou se a escravidão, de fato, acabou no Brasil, e também fez um protesto contra a reforma trabalhista, aprovado pelo governo de Michel Temer, rejeitado por mais de 90% dos brasileiros.

A escola também expôs um personagem, o "Vampirão" Michel Temer, representado pelo professor de história Léo Morais no último carro da escola.

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