Marqueteiro abandona a campanha de Padilha

Jornalista Eduardo Oinegue, que havia sido colocado no comando da campanha por João Santana, decidiu sair prematuramente; segundo ele, outros compromissos profissionais "amadureceram antes do tempo"; em quarto lugar nas pesquisas, atrás de Geraldo Alckmin, Paulo Skaf e Gilberto Kassab, Padilha tem pouco tempo para deslanchar; o ponto forte é que conta com o melhor cabo eleitoral do País: o ex-presidente Lula

Jornalista Eduardo Oinegue, que havia sido colocado no comando da campanha por João Santana, decidiu sair prematuramente; segundo ele, outros compromissos profissionais "amadureceram antes do tempo"; em quarto lugar nas pesquisas, atrás de Geraldo Alckmin, Paulo Skaf e Gilberto Kassab, Padilha tem pouco tempo para deslanchar; o ponto forte é que conta com o melhor cabo eleitoral do País: o ex-presidente Lula
Jornalista Eduardo Oinegue, que havia sido colocado no comando da campanha por João Santana, decidiu sair prematuramente; segundo ele, outros compromissos profissionais "amadureceram antes do tempo"; em quarto lugar nas pesquisas, atrás de Geraldo Alckmin, Paulo Skaf e Gilberto Kassab, Padilha tem pouco tempo para deslanchar; o ponto forte é que conta com o melhor cabo eleitoral do País: o ex-presidente Lula (Foto: Leonardo Attuch)

SP 247 - A campanha de Alexandre Padilha, do PT, ao governo de São Paulo enfrenta uma pequena crise. Neste sábado, o jornalista Eduardo Oinegue, ex-Veja, que havia sido colocado por João Santana como chefe de sua equipe de marketing e comunicação, abandonou o barco. Oinegue afirmou que outros compromissos profissionais "amadureceram antes do que ele imaginava". Uma alegação que não convence quem o contratou a peso de ouro.

Padilha passa também por outra turbulência, com as acusações que atingem o deputado André Vargas (PT-PR), acusado de fazer gestões no Ministério da Saúde em favor do Laboratório Labogen, ligado ao doleiro Alberto Yousseff.

Há, também, no PT, certa apreensão com as pesquisas. Os números com os quais trabalham os candidatos apontam o governador Geraldo Alckmin com 34%, o peemedebista Paulo Skaf com 24%, o ex-prefeito Gilberto Kassab com 7% e Padilha com 6%. Como a eleição será curta, em razão da Copa do Mundo, há pouco para que Padilha efetivamente deslanche.

Ele, no entanto, conta com um trunfo de peso. Seu cabo eleitoral é o melhor do País: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, ontem, o acompanhou em Araçatuba.

A ordem, agora, no PT, é superar o trauma com a saída prematura de Oinegue e reorganizar o time. Abaixo, a nota publicada no Radar Online sobre o abandono do marqueteiro:

A campanha eleitoral ainda nem começou direito e Alexandre Padilha já tem a primeira baixa no seu time. Não é uma baixa qualquer. Quem acaba de dar bye bye  à campanha é o jornalista Eduardo Oinegue.

Ao lado de  Maurício Carvalho e Valdemir Garreta, Oinegue integrava a linha de frente da campanha do PT em São Paulo, um trio escolhido a dedo pelo marqueteiro João Santana (leia mais aqui). Garreta e Carvalho continuam onde estavam.

Padilha, Santana e Emidio de Souza, presidente do PT-SP, já foram comunicados da decisão.

Oinegue diz que decidiu sair por causa de outros compromissos profissionais que amadureceram antes do que ele imaginava:

- Saio da coordenação, mas continuo à disposição do Padilha, que pode me acionar quando quiser.

A propósito, é a segunda baixa da campanha de Padilha. Hélio Silveira, que era o advogado da campanha, pulou do barco semanas atrás.

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