MBL faz queima de Otto Alencar no Farol da Barra

Senador Otto Alencar (PSD-BA) teve seu dia de Judas e foi queimado em manifestação de protesto do Movimento Brasil Livre (MBL), no Farol da Barraa; segundo o coordenador do MBL-BA, Ricardo Almeida, Otto foi o chefe que determinou a posição dos deputados peessedistas José Nunes, Paulo Magalhães, Antonio Brito, Sérgio Brito e Fernando Torres de, em desacordo com a maioria nacional do partido, ficarem contra o impeachment da presidente Dilma; "É lamentável que a Bahia tenha representantes na Câmara Federal que não tenham independência, desrespeitem uma decisão partidária, submetam-se a um chefete e coloquem seus mesquinhos interesses individuais à frente dos de seu povo", criticou

Senador Otto Alencar (PSD-BA) teve seu dia de Judas e foi queimado em manifestação de protesto do Movimento Brasil Livre (MBL), no Farol da Barraa; segundo o coordenador do MBL-BA, Ricardo Almeida, Otto foi o chefe que determinou a posição dos deputados peessedistas José Nunes, Paulo Magalhães, Antonio Brito, Sérgio Brito e Fernando Torres de, em desacordo com a maioria nacional do partido, ficarem contra o impeachment da presidente Dilma; "É lamentável que a Bahia tenha representantes na Câmara Federal que não tenham independência, desrespeitem uma decisão partidária, submetam-se a um chefete e coloquem seus mesquinhos interesses individuais à frente dos de seu povo", criticou
Senador Otto Alencar (PSD-BA) teve seu dia de Judas e foi queimado em manifestação de protesto do Movimento Brasil Livre (MBL), no Farol da Barraa; segundo o coordenador do MBL-BA, Ricardo Almeida, Otto foi o chefe que determinou a posição dos deputados peessedistas José Nunes, Paulo Magalhães, Antonio Brito, Sérgio Brito e Fernando Torres de, em desacordo com a maioria nacional do partido, ficarem contra o impeachment da presidente Dilma; "É lamentável que a Bahia tenha representantes na Câmara Federal que não tenham independência, desrespeitem uma decisão partidária, submetam-se a um chefete e coloquem seus mesquinhos interesses individuais à frente dos de seu povo", criticou (Foto: Leonardo Lucena)

Bahia 247 - O senador Otto Alencar (PSD-BA) teve seu dia de Judas e foi queimado em manifestação de protesto do Movimento Brasil Livre (MBL), na noite dessa quinta-feira (15), no Farol da Barra. Segundo o coordenador do MBL na Bahia, Ricardo Almeida, a escolha do presidente estadual do PSD para protagonizar a "queima de judas" fora de época se deu pelo fato de Otto ser o chefe que determinou a posição dos deputados peessedistas José Nunes, Paulo Magalhães, Antonio Brito, Sérgio Brito e Fernando Torres de, em desacordo com a maioria nacional do partido, ficarem contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"É lamentável que a Bahia tenha representantes na Câmara Federal que não tenham independência, desrespeitem uma decisão partidária, submetam-se a um chefete e coloquem seus mesquinhos interesses individuais à frente dos de seu povo", critica Ricardo.

O MBL, que se posiciona contra o impeachment por meio de outdoors, redes sociais e atos de rua, promete continuar as ações até o próximo domingo (17), intensificando-as também contra os deputados Bebeto (PSB), Ronaldo Carletto (PP), Cacá Leão (PP), Mário Negromonte Jr. (PP), Roberto Britto (PP), Félix Mendonça Jr. (PDT), João Bacelar (PR), José Carlos Araújo (PR), José Rocha (PR) Bebeto (PSB) e João Carlos Bacelar (PTN).

"Os pepistas baianos Ronaldo Carletto, Cacá Leão, Mário Negromonte Jr e Roberto Britto também fazem da turma que traiu a decisão da maioria do partido e o povo baiano em troca de benesses pessoais. A população tem que gravar seus nomes para nunca mais votar neles", sugere o líder do MBL.

No próximo domingo (17), está confirmada, a partir das 14 horas, no Jardim de Alah, a manifestação de Salvador pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. No local, haverá um telão para os baianos acompanharem a votação e flagrar os traidores do povo que derem o voto pela manutenção de uma presidente que empurrou o Brasil para o buraco, causando uma crise econômica sem precedentes com recessão profunda, desemprego e inflação.

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