“MCMV não pode deixar de cumprir sua missão social”, diz deputado

O deputado estadual Dr. Santana (PT) alertou que o governo interino de Michel Temer (PMDB) quer parar com obras já contratadas do Minha Casa Minha Vida e mudar o valor das parcelas, subindo de R$ 50 para mais de R$ 260. "Esse projeto não pode ser extinto e nem deixar de cumprir a sua missão social", disse

O deputado estadual Dr. Santana (PT) alertou que o governo interino de Michel Temer (PMDB) quer parar com obras já contratadas do Minha Casa Minha Vida e mudar o valor das parcelas, subindo de R$ 50 para mais de R$ 260. "Esse projeto não pode ser extinto e nem deixar de cumprir a sua missão social", disse
O deputado estadual Dr. Santana (PT) alertou que o governo interino de Michel Temer (PMDB) quer parar com obras já contratadas do Minha Casa Minha Vida e mudar o valor das parcelas, subindo de R$ 50 para mais de R$ 260. "Esse projeto não pode ser extinto e nem deixar de cumprir a sua missão social", disse (Foto: Rodrigo Rocha)
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Ceará247 - O deputado Dr. Santana (PT) ressaltou os benefícios do Minha Casa, Minha Vida e a ameaça de extinção do programa. Segundo o parlamentar,  a iniciativa deve ser transformada em política de Estado já que beneficiou mais de 2,6 milhões de famílias carentes. “Esse projeto não pode ser extinto e nem deixar de cumprir a sua missão social”, alertou, em pronunciamento nesta terça (21), na Assembleia Legislativa.

O deputado salientou que foi um  projeto dos governos Lula e Dilma e deu certo. “Esse programa faz com que os mais carentes possam ter uma casa própria, gerou empregos, reduziu o déficit habitacional no Brasil e beneficiou muitas famílias carentes”, informou.

Dr. Santana destacou que o presidente interino Michel Temer quer parar com obras já contratadas e mudar o valor das parcelas, subindo de R$ 50 para mais de R$ 260. “O Governo vigente deve fazer políticas de proteção para o povo e não desconstruir os direitos do povo”, apontou.

O parlamentar salientou ainda que o desemprego, quando o Governo petista estava no poder, diminuiu e atingiu o melhor patamar considerado como “pleno emprego”. “Hoje enfrentamos um grande desemprego e uma grave crise. Precisamos de um Governo que proteja os trabalhadores”, disse.

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