Medicamentos, alimentos e bebidas puxam indústria

Produção industrial de Goiás fechou 2013 com alta de 5% sobre o ano anterior, a terceira maior taxa do País e bem acima da média nacional, que foi 1,3%; Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan) conclui que, ao longo do ano, o crescimento industrial goiano ocorreu com maior força no terceiro e quarto trimestres, com taxas de 9,3% e 5,2%, respectivamente

Produção industrial de Goiás fechou 2013 com alta de 5% sobre o ano anterior, a terceira maior taxa do País e bem acima da média nacional, que foi 1,3%; Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan) conclui que, ao longo do ano, o crescimento industrial goiano ocorreu com maior força no terceiro e quarto trimestres, com taxas de 9,3% e 5,2%, respectivamente
Produção industrial de Goiás fechou 2013 com alta de 5% sobre o ano anterior, a terceira maior taxa do País e bem acima da média nacional, que foi 1,3%; Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan) conclui que, ao longo do ano, o crescimento industrial goiano ocorreu com maior força no terceiro e quarto trimestres, com taxas de 9,3% e 5,2%, respectivamente (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Goiás247_ A produção industrial de Goiás fechou 2013 com alta de 5% sobre o ano anterior. Foi a terceira maior taxa do País e bem acima da média nacional, que foi 1,3%. Por trás do bom desempenho da indústria goiana estiveram a produção de medicamentos, alimentos e bebidas. É o que mostra análise de técnicos do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan).

Outros setores também contribuíram para o desempenho das fábricas instaladas em Goiás (como mineral e metalurgia), mas o ramo farmoquímico (com expansão de 7,8% no ano passado) e o processamento de alimentos e bebidas (alta de 5,1%) representaram, juntos, 78% da produção industrial do Estado.

A análise do IMB/Segplan, feita com base em dados do IBGE, permite concluir que, ao longo do ano, o crescimento industrial goiano ocorreu com maior força no terceiro e quarto trimestres, com taxas de 9,3% e 5,2%, respectivamente. O desempenho anual do Estado ficou atrás apenas do Rio Grande do Sul e Paraná.

No setor químico em Goiás, os técnicos observam que o destaque segue com a indústria farmacêutica, que vem apresentando excelente desempenho nos últimos anos, tendo em vista a vinda de grandes fabricantes de medicamentos oriundos de outros Estados e mesmo do exterior. Outro fator que tem contribuído com o desenvolvimento do segmento está relacionado à liberação de patentes de medicamentos de grande aceitação comercial, estimulando parcerias de empresas goianas com multinacionais.

Já a indústria alimentícia segue muito importante para a economia goiana, com representação de cerca de 40% no cômputo geral. Em 2013, destacaram-se os segmentos óleo de soja, molhos de tomates, maionese e cervejas/chope, todos produtos em que a indústria goiana é altamente especializada. Conforme análise dos técnicos do IMB/Segplan, a relevância da indústria de alimentos em Goiás está ancorada na forte articulação estabelecida com o setor agropecuário, responsável pelo fornecimento de matérias-primas.

Goiás é um dos polos nacionais de produção de diversos produtos agropecuários: quarto produtor de grãos, terceiro em rebanho, quinto e sexto em suínos e aves, respectivamente. As exportações do agronegócio somaram 73,3% de todos os embarques externos de Goiás no ano passado, impulsionadas pelo complexo da soja, carnes, açúcar, milho, algodão, couros e outros produtos de origem rural.

Conforme dados da Pesquisa de Intenção de Investimentos Produtivos realizada pelo IMB/Segplan, a indústria goiana vislumbra mais alguns períodos promissores, já que nos setores industriais e de serviços estima-se uma injeção de cerca de R$ 30 bilhões em novos projetos de implantação ou expansão produtiva até 2016.

(Com informações da Comunicação Setorial da Segplan)

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