Médicos protestam contra calote de Alckmin

Médicos residentes protestaram nesta quinta-feira, 1º, em São Paulo para cobrar reajuste de 11,9% nas bolsas de estudo; valor havia sido acertado com o governo Geraldo Alckmin (PSDB) e ainda não pago; portaria que determinava o reajuste foi publicada em março deste ano, mas os residentes dizem não ter recebido o reajuste até hoje

Médicos residentes protestaram nesta quinta-feira, 1º, em São Paulo para cobrar reajuste de 11,9% nas bolsas de estudo; valor havia sido acertado com o governo Geraldo Alckmin (PSDB) e ainda não pago; portaria que determinava o reajuste foi publicada em março deste ano, mas os residentes dizem não ter recebido o reajuste até hoje
Médicos residentes protestaram nesta quinta-feira, 1º, em São Paulo para cobrar reajuste de 11,9% nas bolsas de estudo; valor havia sido acertado com o governo Geraldo Alckmin (PSDB) e ainda não pago; portaria que determinava o reajuste foi publicada em março deste ano, mas os residentes dizem não ter recebido o reajuste até hoje (Foto: Aquiles Lins)

Elaine Patricia Cruz, da Agência Brasil - Médicos residentes fazem um protesto hoje (1º) em São Paulo para cobrar um reajuste de 11,9% nas bolsas de estudo, valor acertado com o governo estadual e ainda não pago. A portaria que determinava o reajuste foi publicada em março deste ano, mas os residentes dizem não ter recebido o reajuste até hoje.

O protesto teve início por volta das 17h20 de hoje no Museu de Arte de São Paulo (Masp) e os médicos residentes saíram em caminhada pela Avenida Paulista até a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A Polícia Militar não deu o número de manifestantes, mas disse que o ato ocorre de forma pacífica.

Assista a reportagem da TVT sobre o calote:

 

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde informou que o governo federal publicou a portaria definindo o reajuste no valor das bolsas dos residentes em março, com atraso, quando o Orçamento já estava "fechado e comprometido".

"O prazo para que os novos valores fossem pagos, segundo a portaria, era de 31 de outubro deste ano. Portanto é incorreto dizer que há atrasos de oito meses por parte do governo do estado. O reajuste teria um impacto financeiro de R$ 27 milhões a mais aos cofres da secretaria. Desta forma, a pasta já solicitou aos ministérios da Saúde e da Educação que arquem com a diferença para que o estado possa atender à reivindicação dos residentes", diz a nota.

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