Megatraficante goiano é preso em Fortaleza

Iterley Martins de Souza, o Magrelo, é apontado pela polícia como líder de uma das quadrilhas que estão em guerra por pontos de tráfico em Goiânia; mais de 50 pessoas já teriam sido mortas por causa do confronto entre traficantes, crimes que chocaram a sociedade; Magrelo continuava a comandar o tráfico de droga nas Regiões Oeste e Sudoeste de Goiânia; O líder da outra quadrilha seria Thiago César de Souza, o Thiago Topete, que se encontra preso; Secretaria de Segurança Pública aponta que contra Iterley há sete mandados de prisão e a Polícia Civil o investiga em vários outros inquéritos

Iterley Martins de Souza, o Magrelo, é apontado pela polícia como líder de uma das quadrilhas que estão em guerra por pontos de tráfico em Goiânia; mais de 50 pessoas já teriam sido mortas por causa do confronto entre traficantes, crimes que chocaram a sociedade; Magrelo continuava a comandar o tráfico de droga nas Regiões Oeste e Sudoeste de Goiânia; O líder da outra quadrilha seria Thiago César de Souza, o Thiago Topete, que se encontra preso; Secretaria de Segurança Pública aponta que contra Iterley há sete mandados de prisão e a Polícia Civil o investiga em vários outros inquéritos
Iterley Martins de Souza, o Magrelo, é apontado pela polícia como líder de uma das quadrilhas que estão em guerra por pontos de tráfico em Goiânia; mais de 50 pessoas já teriam sido mortas por causa do confronto entre traficantes, crimes que chocaram a sociedade; Magrelo continuava a comandar o tráfico de droga nas Regiões Oeste e Sudoeste de Goiânia; O líder da outra quadrilha seria Thiago César de Souza, o Thiago Topete, que se encontra preso; Secretaria de Segurança Pública aponta que contra Iterley há sete mandados de prisão e a Polícia Civil o investiga em vários outros inquéritos (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Goiás 247 - O traficante goiano Iterley Martins de Souza, o Magrelo, de 32 anos, apontado pela polícia como líder de uma das quadrilhas que estão em guerra por pontos de tráfico em Goiânia, foi preso nesta segunda-feira (21) em Fortaleza. Mais de 50 pessoas já teriam sido mortas por causa do confronto entre os dois traficantes, crimes que chocaram a sociedade.

Magrelo morava na capital cearense com a mulher e dois filhos há três anos. Ele foi preso em uma operação conjunta que envolveu policiais da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc) e do serviço de inteligência da Polícia Civil de Goiás com a equipe do 12º DP do Ceará quando chegava em um centro de recuperação para usuários de drogas, no bairro Goiabeiras, para pedir uma cadeira de rodas, revela o jornal O Popular.

De acordo com o delegado Odair José Soares, superintendente da Polícia Judiciária, o traficante continuava a comandar o tráfico de droga nas Regiões Oeste e Sudoeste de Goiânia. Na capital cearense, Magrelo seria dono de uma loja.

O delegado revela também que a SSP do Ceará tem em mãos cinco mandados de prisão de Iterley em aberto; três por homicídio e dois por tráfico de droga. A assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) de Goiás aponta que contra Iterley há sete mandados de prisão e a Polícia Civil o investiga em vários outros inquéritos.

O líder da outra quadrilha seria Thiago César de Souza, o Thiago Topete, que se encontra preso.

Iterley Sousa teria começado a usar e a traficar drogas no Setor Novo Horizonte para alguns integrantes da torcida organizada Força Jovem, do Goiás Esporte Clube, da qual fazia parte. Ele e o traficante Marcelo Gomes de Oliveira, o Zói Verde, dominou o tráfico de drogas na Região Sudoeste de Goiânia por mais de uma década, aponta reportagem de O Popular.

Zói Verde virou o principal fornecedor de Iterley e, nesse período, o Magrelo ganhou espaço, poder e dinheiro. Fez inimigos também. Sua mulher ficou tetraplégica em consequência de uma emboscada. Para vingar-se, ele matou a tiros Stefânio Marques da Silva em um posto de combustível em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, na Praça Cívica, no Centro, em 2008. Outra pessoa morreu e duas ficaram feridas na ação ousada.

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