Menores fazem educadores reféns e fogem de centro de internação em Goiânia

14 adolescentes fugiram do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Goiânia, após fazerem dois educadores reféns, na segunda-feira (8); de acordo com a direção do Grupo Executivo de Apoio à Criança e Adolescente (Gecria), os servidores tiveram ferimentos leves, após serem ameaçados com barras de ferro; dos 14 fugitivos, três já foram recapturados

14 adolescentes fugiram do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Goiânia, após fazerem dois educadores reféns, na segunda-feira (8); de acordo com a direção do Grupo Executivo de Apoio à Criança e Adolescente (Gecria), os servidores tiveram ferimentos leves, após serem ameaçados com barras de ferro; dos 14 fugitivos, três já foram recapturados
14 adolescentes fugiram do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Goiânia, após fazerem dois educadores reféns, na segunda-feira (8); de acordo com a direção do Grupo Executivo de Apoio à Criança e Adolescente (Gecria), os servidores tiveram ferimentos leves, após serem ameaçados com barras de ferro; dos 14 fugitivos, três já foram recapturados (Foto: Charles Nisz)

Goiás 247 - 14 adolescentes fugiram de um Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Goiânia, após fazerem dois educadores reféns, na segunda-feira (8). De acordo com a direção do Grupo Executivo de Apoio à Criança e Adolescente (Gecria), os servidores tiveram ferimentos leves. Dos 14 fugitivos, três já foram recapturados.

A diretora do Gecria, Luzia Dora Juliano Silva, informou que o órgão ainda não tem conhecimento sobre como ocorreu a fuga, e vai apurar as circunstâncias do fato para encaminhar o caso para o Juizado da Infância e Juventude. A fuga aconteceu na noite de segunda, quando os menores usaram pedaços de ferro para agredir educadores e fugir.  Além das barras de ferro, educadores encontraram uma corda feita com pedaços de pano, para facilitar a fuga.

"A Secretaria Cidadã esclarece que, o Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) passou por ampla reforma e adequação, em fevereiro de 2017 dentro dos parâmetros arquitetônicos estabelecidos pela legislação. Portanto, a Unidade tem todas as condições estruturais e técnicas para receber adolescentes durante o cumprimento de medida socioeducativa aplicada", diz a nota divulgada pelo órgão.

Também de acordo com a Secretaria, o Case "teve um investimento na ordem de R$ 3 milhões, que contou com a construção de um novo pavilhão de segurança; cobertura da quadra poliesportiva; ampliação da ala feminina, com sanitários nos alojamentos duplos; ampliação no número de salas de aulas e de atendimento técnico; construção de duas salas para o descanso dos servidores, e demais reformas".

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