‘Mentiroso, Temer deixará governo como desgraçado’, diz Lessa

O deputado federal Ronaldo Lessa (PDT-AL), durante entrevista no Conselho Regional de Engenharia de Alagoas (CREA), afirmou que o presidente Michel Temer (PMDB) vai deixar o governo como “desgraçado, por que é um mentiroso que mente o tempo todo sobre as reformas trabalhista e da previdência, por que quer tocá-las de afogadilho”; Lessa é autor da PEC 312, que tramita na Câmara dos Deputados, propondo uma Assembleia Nacional Constituinte já em 2018

O deputado federal Ronaldo Lessa (PDT-AL), durante entrevista no Conselho Regional de Engenharia de Alagoas (CREA), afirmou que o presidente Michel Temer (PMDB) vai deixar o governo como “desgraçado, por que é um mentiroso que mente o tempo todo sobre as reformas trabalhista e da previdência, por que quer tocá-las de afogadilho”; Lessa é autor da PEC 312, que tramita na Câmara dos Deputados, propondo uma Assembleia Nacional Constituinte já em 2018
O deputado federal Ronaldo Lessa (PDT-AL), durante entrevista no Conselho Regional de Engenharia de Alagoas (CREA), afirmou que o presidente Michel Temer (PMDB) vai deixar o governo como “desgraçado, por que é um mentiroso que mente o tempo todo sobre as reformas trabalhista e da previdência, por que quer tocá-las de afogadilho”; Lessa é autor da PEC 312, que tramita na Câmara dos Deputados, propondo uma Assembleia Nacional Constituinte já em 2018 (Foto: Voney Malta)
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Por eassim.net - O deputado federal Ronaldo Lessa (PDT) disse nesta sexta-feira, 06, que Michel Temer (PMDB) vai deixar o governo como “desgraçado”, por que é um “mentiroso”. Segundo o parlamentar, ele mente o tempo todo sobre as reformas trabalhista e da previdência, por que quer tocá-las de “afogadilho”.

Mendes de Barros, participaram do programa de entrevistas “Papo no Mirante”, do Conselho Regional de Engenharia de Alagoas (CREA), apresentado pelo jornalista Marcelo Firmino, do eassim.net.

O deputado é autor da PEC 312, que tramita na Câmara dos Deputados, propondo uma Assembleia Nacional Constituinte já em 2018. O jurista Mendes de Barros é o idealizador e autor do texto da PEC, ora em análise na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Ambos entendem que diante da crise política que tomou conta do País, do desrespeito as leis e da confusão moral que envolve as instituições e os poderes no Brasil, uma nova Constituição colocaria o País nos eixos. Os dois, no entanto, divergiram no debate em relação ao ex-presidente Lula e ao juiz Sérgio Moro.

Para Mendes, Moro é um juiz que compre missão fundamental no País prendendo corruptos, enquanto considera Lula um verdadeiro demônio. Lessa, ao discordar, diz que Moro se excede enquanto julgador, comete erros e exageros, assim como o fazem os membros do Ministério Público. Para eles, todos deixaram as leis de lado para fazer política dentro das instituições. Sobre Lula disse que ele traiu o legado das esquerdas no País, mas fez um governo grande governo, sobretudo no campo social, trabalhando pelas regiões mais pobres.

Temer – Mas, foi quando falou de Michel Temer que Ronaldo Lessa elevou o tom. Disse que ele não tem autoridade, dentro de um governo provisório, para fazer as reformas trabalhista e da previdência. “Trata-se de um governo ilegítimo”, destacou.

Para Lessa, o que Temer está fazendo é um crime. “A previdência precisa ser revisada, mas não se pode agir de forma criminosa, de afogadilho”, reagiu. Disse ainda que é fundamental aperfeiçoar a legislação trabalhista para dar mais garantias ao empregado e ao empregador, “mas não precarizar as relações de trabalho e dizer que vai gerar mais emprego é uma mentira. O que pode acontecer é que com o salário que pagava dois trabalhadores ele vai pagar três, em função da precarização”.

Já o jurista Mendes de Barros disse que Michel Temer está nas mãos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que julga o mandato da chapa Dilma-Temer. Para Mendes, se a corte atuar com isenção e senso verdadeiro de justiça Temer não fica só dia no cargo, após o julgamento, devendo ser cassado. O quadro no país, para ele, é de completa desmoralização e por isso é necessário uma nova constituição da República.

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