Mesmo ilegal, greve da Educação continua

O impasse entre o governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado (Sintet) sobre a greve dos servidores da rede estadual, iniciada em 5 de junho, continua, mesmo após determinação da Justiça para suspensão da greve.; o Sintet, presidido por José Roque Santiago, protocolou recurso nessa segunda-feira, 17, contra a decisão do desembargador Marco Villas Boas, e garante que vai manter a paralisação até que uma assembleia geral seja realizada, mas ainda sem prazo para acontecer; segundo a Secretaria Estadual da Educação (Seduc), das 531 escolas estaduais, 362 estão funcionando normalmente, 103 estão fechadas e 66 funcionam de maneira parcial

O impasse entre o governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado (Sintet) sobre a greve dos servidores da rede estadual, iniciada em 5 de junho, continua, mesmo após determinação da Justiça para suspensão da greve.; o Sintet, presidido por José Roque Santiago, protocolou recurso nessa segunda-feira, 17, contra a decisão do desembargador Marco Villas Boas, e garante que vai manter a paralisação até que uma assembleia geral seja realizada, mas ainda sem prazo para acontecer; segundo a Secretaria Estadual da Educação (Seduc), das 531 escolas estaduais, 362 estão funcionando normalmente, 103 estão fechadas e 66 funcionam de maneira parcial
O impasse entre o governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado (Sintet) sobre a greve dos servidores da rede estadual, iniciada em 5 de junho, continua, mesmo após determinação da Justiça para suspensão da greve.; o Sintet, presidido por José Roque Santiago, protocolou recurso nessa segunda-feira, 17, contra a decisão do desembargador Marco Villas Boas, e garante que vai manter a paralisação até que uma assembleia geral seja realizada, mas ainda sem prazo para acontecer; segundo a Secretaria Estadual da Educação (Seduc), das 531 escolas estaduais, 362 estão funcionando normalmente, 103 estão fechadas e 66 funcionam de maneira parcial (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - O impasse entre o governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado (Sintet) em relação à paralisação dos servidores da rede estadual, iniciada em 5 de junho, continua, mesmo após determinação da Justiça para suspensão da greve.

O Sintet, presidido por José Roque Santiago, protocolou recurso nessa segunda-feira, 17, contra a decisão do desembargador Marco Villas Boas, e garante que vai manter a paralisação até que uma assembleia geral seja realizada, mas ainda sem prazo para acontecer.

O presidente da Regional de Palmas do Sintet, Joelson Pereira, informou que mais manifestações ocorrerão durante a semana em todo o Estado. "Vamos fazer atos nas 12 regionais para depois fazer uma assembleia, mas vamos aguardar o recurso e avaliar nossa força", disse Pereira ao Jornal do Tocantins.

Segundo a Secretaria Estadual da Educação (Seduc), das 531 escolas estaduais, 362 estão funcionando normalmente, 103 estão fechadas e 66 funcionam de maneira parcial.

Conforme a Procuradoria Geral do Estado (PGE), uma análise sobre a decisão judicial está sendo feita com a Seduc, antes de se informar à Justiça sobre o descumprimento da decisão por parte do sindicato. Mas, em caso de verificação de inadimplência, conforme a PGE, um pedido de majoração da multa será solicitado ao Judiciário. A multa diária estipulada pela Justiça varia entre R$ 20 mil ao limite de R$ 200 mil.

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