Mesmo sem lei, Escola sem Partido gera perseguição nas escolas

Dois professores de uma escola da rede estadual foram alvo de reclamações encaminhadas à Ouvidoria da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, que os acusaram de dar orientação política em sala de aula em detrimento dos conteúdos e perseguição a estudantes que não seguem suas orientações; em carta, os docentes relatam as manifestações como "tentativa de intimidação caluniadora"; "Nitidamente se trata de uma perseguição política contra nós. É um efeito da escola sem partido", diz Bruna Santinho, uma das acusadas

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Mesmo sem lei, Escola sem Partido gera perseguição nas escolas


SP 247 - Dois professores da Escola Estadual Pereira Barreto, em São Paulo, foram alvo de reclamações encaminhadas à Ouvidoria da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, que os acusaram de dar orientação política em sala de aula em detrimento dos conteúdos e perseguição a estudantes que não seguem suas orientações.

Em carta, os docentes Bruna Alem Santinho e Tiago Almeida definem as manifestações como "tentativa de intimidação caluniadora". "Nitidamente se trata de uma perseguição política contra nós. É um efeito da escola sem partido", escreveu Bruna, em uma postagem em seu Facebook. Confira a íntegra:

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