Metrô: 60 grevistas foram demitidos por caos em SP

Segundo o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, as demissões ocorreram por justa causa, no 5° dia de paralisação da categoria; na manhã de hoje, a tropa de choque foi chamada para intervir em manifestação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) - grupo que reuniu mais de 12 mil pessoas em torno do Itaquerão na última quarta-feira - em apoio aos metroviários na estação Ana Rosa do metrô; rua Vergueiro foi interditada por algumas horas; prevendo novo caos no trânsito, CET suspendeu o rodízio de veículos nesta segunda-feira; apenas as Linhas Amarela e Lilás operam normalmente

www.brasil247.com - Segundo o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, as demissões ocorreram por justa causa, no 5° dia de paralisação da categoria; na manhã de hoje, a tropa de choque foi chamada para intervir em manifestação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) - grupo que reuniu mais de 12 mil pessoas em torno do Itaquerão na última quarta-feira - em apoio aos metroviários na estação Ana Rosa do metrô; rua Vergueiro foi interditada por algumas horas; prevendo novo caos no trânsito, CET suspendeu o rodízio de veículos nesta segunda-feira; apenas as Linhas Amarela e Lilás operam normalmente
Segundo o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, as demissões ocorreram por justa causa, no 5° dia de paralisação da categoria; na manhã de hoje, a tropa de choque foi chamada para intervir em manifestação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) - grupo que reuniu mais de 12 mil pessoas em torno do Itaquerão na última quarta-feira - em apoio aos metroviários na estação Ana Rosa do metrô; rua Vergueiro foi interditada por algumas horas; prevendo novo caos no trânsito, CET suspendeu o rodízio de veículos nesta segunda-feira; apenas as Linhas Amarela e Lilás operam normalmente (Foto: Roberta Namour)


247 – O secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, confirmou nesta segunda-feira (09) que cerca de 60 funcionários do Metrô foram demitidos por conta da greve. Segundo ele, as demissões ocorrem por justa causa.

Ontem, a ordem no Palácio dos Bandeirantes, dada pelo governador Geraldo Alckmin foi endurecer com os grevistas, que usam o fator Copa como instrumento de pressão. "A greve não está mais em discussão, pois ela já foi considerada abusiva e o percentual de dissídio já foi definido pela Justiça do Trabalho. O que está em jogo é o direito ao trabalho de 5 milhões de paulistanos que dependem do metrô", disse Alckmin. "O metroviário que não for trabalhar incorre na possibilidade de demissão por justa causa".

Na manhã de hoje, a tropa de choque da PM foi acionada para conter um ato organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) em apoio aos metroviários na estação Ana Rosa.

O grupo de sem-teto reuniu mais de 12 mil pessoas em torno do Itaquerão na última quarta-feira e prometia bloquear as vias de acesso ao estádio do Morumbi no dia do amistoso do Brasil contra a Sérvia.

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Na nova manifestação, o sentido Jabaquara da Rua Vergueiro foi ocupado pelos policiais. Do outro lado, em direção à Paulista, os manifestantes se dispersaram entre os carros e usaram barricada com fogo. Trânsito foi liberado depois de algumas horas. 

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No início da manhã, apenas as linhas Lilás e Amarela operavam normalmente. De 65 estações, apenas 31 estão abertas. Cerca de 25 policiais também reforçaram a segurança da Estação Bresser-Mooca contra “possíveis consequências da greve”.

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