Metrô: Odebrecht não viu proposta "sustentável"

A gigante baiana da construção pesada respondeu ao governador Jaques Wagner (PT) o motivo pelo qual não quis participar da licitação do Sistema Metroviário Salvador-Lauro de Freitas; "Durante todas as fases do processo, a Odebrecht realizou estudos, intercambiou informações, apresentou sugestões e questionamentos. Mas, infelizmente, as conclusões dessas análises não permitiram que a empresa apresentasse uma proposta sustentável em relação aos compromissos pretendidos pelo Governo"; para o governador, OAS e Odebrecht "foram irresponsáveis com a Bahia" por terem ficado de fora

A gigante baiana da construção pesada respondeu ao governador Jaques Wagner (PT) o motivo pelo qual não quis participar da licitação do Sistema Metroviário Salvador-Lauro de Freitas; "Durante todas as fases do processo, a Odebrecht realizou estudos, intercambiou informações, apresentou sugestões e questionamentos. Mas, infelizmente, as conclusões dessas análises não permitiram que a empresa apresentasse uma proposta sustentável em relação aos compromissos pretendidos pelo Governo"; para o governador, OAS e Odebrecht "foram irresponsáveis com a Bahia" por terem ficado de fora
A gigante baiana da construção pesada respondeu ao governador Jaques Wagner (PT) o motivo pelo qual não quis participar da licitação do Sistema Metroviário Salvador-Lauro de Freitas; "Durante todas as fases do processo, a Odebrecht realizou estudos, intercambiou informações, apresentou sugestões e questionamentos. Mas, infelizmente, as conclusões dessas análises não permitiram que a empresa apresentasse uma proposta sustentável em relação aos compromissos pretendidos pelo Governo"; para o governador, OAS e Odebrecht "foram irresponsáveis com a Bahia" por terem ficado de fora (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247

A Odebrecht respondeu ao governador Jaques Wagner (PT) em nota o motivo pelo qual não quis participar da licitação que escolheu a empresa paulista CPC para finalizar a Linha 1, construir a Linha 2 e operar o Sistema Metroviário Salvador-Lauro de Freitas.

A gigante baiana da construção presidida por Marcelo Odebrecht (foto) lembra sua participação nos procedimentos relacionados ao transporte público na Região Metropolitana de Salvador, desde junho de 2011 e diz que, no início da discussão, manifestou interesse e pediu autorização para, "em conjunto com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Salvador (SETPS), realizar estudos de viabilidade para a implantação, operação e manutenção de um sistema de BRT (Bus Rapid Transit) integrado à linha 1 do Metrô".

A Odebrecht diz ainda que se associou à Invepar após a decisão do governo de promover uma Parceria Público-Privada para a implantação, operação e manutenção de um Sistema Metroviário entre Salvador e Lauro de Freitas.

"Durante todas as fases do processo, a Odebrecht realizou estudos, intercambiou informações, apresentou sugestões e questionamentos. Mas, infelizmente, as conclusões dessas análises não permitiram que a empresa apresentasse uma proposta sustentável em relação aos compromissos pretendidos pelo Governo".

Em entrevista coletiva para anunciar o resultado da licitação na quarta (21), Jaques Wagner disse que estava "decepcionado" com a OAS e a Odebrecht e disse que as empresas foram "irresponsáveis com a Bahia" por elas terem ficado de fora do processo.

A OAS ainda não se manifestou sobre as declarações do governador.

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