Metrô para e 90% da categoria se diz contra o desmonte da Previdência

Contra as reformas da previdência e trabalhista, os metroviários e metroviárias de São Paulo pararam suas atividades nesta madrugada de quarta-feira (15). De acordo com informações, mais de 90% da categoria está parada; a categoria é contra o desmonte da Previdência e dos direitos trabalhistas promovido pelo governo de Michel Temer, que chegou ao poder por meio de um golpe

Contra as reformas da previdência e trabalhista, os metroviários e metroviárias de São Paulo pararam suas atividades nesta madrugada de quarta-feira (15). De acordo com informações, mais de 90% da categoria está parada; a categoria é contra o desmonte da Previdência e dos direitos trabalhistas promovido pelo governo de Michel Temer, que chegou ao poder por meio de um golpe
Contra as reformas da previdência e trabalhista, os metroviários e metroviárias de São Paulo pararam suas atividades nesta madrugada de quarta-feira (15). De acordo com informações, mais de 90% da categoria está parada; a categoria é contra o desmonte da Previdência e dos direitos trabalhistas promovido pelo governo de Michel Temer, que chegou ao poder por meio de um golpe (Foto: Leonardo Attuch)

Por Joane Mota, no portal CTB

Contra as reformas da previdência e trabalhista, os metroviários e metroviárias de São Paulo pararam suas atividades nesta madrugada de quarta-feira (15). De acordo com informações, mais de 90% da categoria está parada e quatro linhas do Metrô não abriram suas catracas (Linha 1 Azul, Jabaquara-Tucuruvi; Linha 2 Verde, Ana Rosa-Vila Madalena; Linha 3 Vermelha, Barra Funda-Itaquera; e a Linha 5 Lilás, Largo 13-Capão Redondo).

"A adesão da categoria foi massiva categoria. Os metroviários e metroviárias de São Paulo estão dando a sua contribuição na luta em defesa dos direitos e dos rumos do nosso país", afirmou o coordenador geral do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Wagner Fajardo, dirito d Estação de Metrô Jabaquara (foto acima).

Ele ainda destacou que a categoria mostra seu entendimento da agenda proposta pelo governo de plantão. "Hoje, será apenas o início do enfretamento da agenda regressiva proposta por Temer. A luta segue", completou.

Na mesma linha, o direitor do Sindicato dos Metroviários, Flávio Godoi, que está na Estação Itaquera, confirma que "mais de 90% da categoria aderiu à paralisação nestas primeiras horas". Ele também afirma que "a forte adesão dos metroviários e metroviárias de São Paulo comprova a consciência que nossa base tem do que representam as reformas da gestão Temer para a classe trabalhadora", explicou.

E acrescentou: "As paralisações são apenas o começo de uma ampla jornada em defesa de nossos direitos. A classe trabalhadora sabe o que está em jogo".

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