Metroviários, bancários, metalúrgicos e petroleiros também param na sexta

Em São Paulo, os sindicatos dos metroviários, dos motoristas de ônibus, dos motoboys e dos trabalhadores da limpeza urbana devem aderir à greve em protesto contra as reformas da Previdência e Trabalhista; bancários também participarão da mobilização, que acontece em outros estados; sindicatos dos petroleiros de Minas Gerais, Amazonas, Pernambuco/Paraíba, Espírito Santo, Bahia, Duque de Caxias (RJ) e Ceará/Piauí declararam adesão ao protesto

Em São Paulo, os sindicatos dos metroviários, dos motoristas de ônibus, dos motoboys e dos trabalhadores da limpeza urbana devem aderir à greve em protesto contra as reformas da Previdência e Trabalhista; bancários também participarão da mobilização, que acontece em outros estados; sindicatos dos petroleiros de Minas Gerais, Amazonas, Pernambuco/Paraíba, Espírito Santo, Bahia, Duque de Caxias (RJ) e Ceará/Piauí declararam adesão ao protesto
Em São Paulo, os sindicatos dos metroviários, dos motoristas de ônibus, dos motoboys e dos trabalhadores da limpeza urbana devem aderir à greve em protesto contra as reformas da Previdência e Trabalhista; bancários também participarão da mobilização, que acontece em outros estados; sindicatos dos petroleiros de Minas Gerais, Amazonas, Pernambuco/Paraíba, Espírito Santo, Bahia, Duque de Caxias (RJ) e Ceará/Piauí declararam adesão ao protesto (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A greve geral organizada por centrais sindicais para esta sexta-feira (28) contra as reformas da Previdência e Trabalhista pode atingir o transporte público, bancos e fábricas de São Paulo. A lista de entidades que prometem fazer parte da mobilização deve crescer até o final da semana. Há previsão de assembleias de categorias até quinta-feira (27).

Na capital paulista, os sindicatos dos metroviários, dos motoristas de ônibus, dos motoboys, trabalhadores da limpeza urbana também devem aderir à greve. Pilotos de avião e comissários de bordo, e os funcionários dos Correios darão um posicionamento nesta quinta.

Na Baixada Santista, estão previstas paralisações de portuários e rodoviários, o que deve afetar as atividades do Porto de Santos.

Professores da rede estadual, municipal e da rede privada cruzam os braços. O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social também aderiu ao movimento.

Os sindicatos dos petroleiros de Minas Gerais, Amazonas, Pernambuco/Paraíba, Espírito Santo, Bahia, Duque de Caxias (RJ) e Ceará/Piauí também declararam adesão à greve.

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