Michel Temer quer a paz. Aécio quer a guerra

"Para o PSDB não muda nada", disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG), sobre o encontro agendado entre o vice-presidente Michel Temer e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para discutir reforma política; "Eu respeito pessoalmente o Temer, eu o sucedi na presidência da Câmara dos Deputados e tenho uma relação cordial com ele, mas ele representa hoje o governo que nós, o PSDB, combatemos. É o mesmo governo, é o mesmo estelionato que está aí a cada dia se apresentando de forma mais vigorosa", afirmou

"Para o PSDB não muda nada", disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG), sobre o encontro agendado entre o vice-presidente Michel Temer e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para discutir reforma política; "Eu respeito pessoalmente o Temer, eu o sucedi na presidência da Câmara dos Deputados e tenho uma relação cordial com ele, mas ele representa hoje o governo que nós, o PSDB, combatemos. É o mesmo governo, é o mesmo estelionato que está aí a cada dia se apresentando de forma mais vigorosa", afirmou
"Para o PSDB não muda nada", disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG), sobre o encontro agendado entre o vice-presidente Michel Temer e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para discutir reforma política; "Eu respeito pessoalmente o Temer, eu o sucedi na presidência da Câmara dos Deputados e tenho uma relação cordial com ele, mas ele representa hoje o governo que nós, o PSDB, combatemos. É o mesmo governo, é o mesmo estelionato que está aí a cada dia se apresentando de forma mais vigorosa", afirmou (Foto: Leonardo Attuch)
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Minas 247 – A disposição do vice-presidente Michel Temer de estabelecer canais de diálogo com a oposição não acalmou os ânimos do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Para distender o clima de beligerância política, Temer decidiu discutir reforma política com o ex-presidente Lula, nesta quinta-feira, e com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, dentro de alguns dias.

"Para o PSDB não muda nada. Nós somos contra esse modelo que está aí. Eu respeito pessoalmente o Temer, eu o sucedi na presidência da Câmara dos Deputados e tenho uma relação cordial com ele, mas ele representa hoje o governo que nós, o PSDB, combatemos. É o mesmo governo, é o mesmo estelionato que está aí a cada dia se apresentando de forma mais vigorosa", disse Aécio.

Ele também comentou o depoimento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. "O PT passou boa parte da sua existência querendo provar que era diferente dos outros. Hoje, faz um esforço enorme para se mostrar igual aos outros. Mas não somos iguais ao PT. Não recebemos financiamento em troca de superfaturamento de obras, de desvio de recursos públicos, como aconteceu com o PT segundo as inúmeras delações premiadas feitas. Acho triste o partido que, em tão pouco tempo, pela segunda vez, vê o responsável pelas suas finanças sofrer os constrangimentos que sofreu hoje o sr. Vaccari."

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