Minas estuda mudar impostas para atrair empresas

A meta para 2015 é trabalhar pela atração de aportes financeiros vindos da iniciativa privada, em valores superiores aos R$ 12 bilhões anunciados no último ano, pela gestão Pinto Coelho. Caso seja atingido, o objetivo renderá 81,7 mil empregos gerados; Paralelamente, o Governo vai esperar que o cenário da economia melhore com o retorno das políticas de ajuste econômico, que devem gerar efeitos a partir de 2016

A meta para 2015 é trabalhar pela atração de aportes financeiros vindos da iniciativa privada, em valores superiores aos R$ 12 bilhões anunciados no último ano, pela gestão Pinto Coelho. Caso seja atingido, o objetivo renderá 81,7 mil empregos gerados; Paralelamente, o Governo vai esperar que o cenário da economia melhore com o retorno das políticas de ajuste econômico, que devem gerar efeitos a partir de 2016
A meta para 2015 é trabalhar pela atração de aportes financeiros vindos da iniciativa privada, em valores superiores aos R$ 12 bilhões anunciados no último ano, pela gestão Pinto Coelho. Caso seja atingido, o objetivo renderá 81,7 mil empregos gerados; Paralelamente, o Governo vai esperar que o cenário da economia melhore com o retorno das políticas de ajuste econômico, que devem gerar efeitos a partir de 2016 (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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Pautando Minas - O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Altamir de Araújo Rôso Filho, disse ao jornal Estado de Minas (EM) que o atual Governo deve entrar com força na guerra fiscal por mais investimento e atração de indústrias, na contramão do quadro de recessão pregado pela mídia e por especialistas do setor financeiro. A medida incluiria a proposta de uma parceria público-privada para solucionar gargalos na logística e na produção no estado, a fim de descentralizar a produção industrial, contribuindo para o projeto desenvolvimentista apresentado em campanha pelo hoje governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT).

Rôso disse que estuda propor a equalização da carga do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para setores do estado afetados pela concorrência dos vizinhos. Na visão do secretário, a infraestrutura deficiente é um problema a ser vencido, mas a política tributária desigual dos estados não fica atrás. Ele citou como exemplo a redução da alíquota do imposto estadual de 19% a 14% para o etanol, garantida durante o mandato de Alberto Pinto Coelho (PP, 2014). “O setor retomou sua competitividade e hoje se apresenta como um dos ramos da indústria que poderá fazer novos investimentos”, disse Rôso. Hoje, Minas tem a segunda menor alíquota para o etanol, perdendo apenas para Sâo Paulo.

A meta para 2015 é trabalhar pela atração de aportes financeiros vindos da iniciativa privada, em valores superiores aos R$ 12 bilhões anunciados no último ano, pela gestão Pinto Coelho. Caso seja atingido, o objetivo renderá 81,7 mil empregos gerados. Paralelamente, o Governo vai esperar que o cenário da economia melhore com o retorno das políticas de ajuste econômico, que devem gerar efeitos a partir de 2016. A meta implica esforço redobrado por parte da equipe de Governo, tendo em vista que o anúncio de investimentos privados de 2014 já foi 36% menor que o do ano anterior, que ficou em cerca de R$ 19 bilhões.

Leia mais na matéria do EM.

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