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Mineração deve injetar mais de US$ 7 bilhões em Minas até 2020

O diretor de Meio Ambiente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Rinaldo Mancin, afirmou que Minas Gerais deve ficar com 40% – cerca de US$ 7,4 bilhões – dos US$ 18 bilhões previstos para serem investidos na mineração em todo o País, até 2020; de acordo com o dirigente, os investimentos em Minas, nos próximos cinco anos, envolvem a expansão, a abertura de novas plantas, a ampliação da exploração nas jazidas já existentes e a obras em infraestrutura para o escoamento da produção

O diretor de Meio Ambiente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Rinaldo Mancin, afirmou que Minas Gerais deve ficar com 40% – cerca de US$ 7,4 bilhões – dos US$ 18 bilhões previstos para serem investidos na mineração em todo o País, até 2020; de acordo com o dirigente, os investimentos em Minas, nos próximos cinco anos, envolvem a expansão, a abertura de novas plantas, a ampliação da exploração nas jazidas já existentes e a obras em infraestrutura para o escoamento da produção (Foto: Leonardo Lucena)

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Minas 247 - O diretor de Meio Ambiente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Rinaldo Mancin, afirmou que Minas Gerais deve ficar com 40% – cerca de US$ 7,4 bilhões – dos US$ 18 bilhões previstos para serem investidos na mineração em todo o País, até 2020. De acordo com o dirigente, os investimentos em Minas, nos próximos cinco anos, envolvem a expansão, a abertura de novas plantas, a ampliação da exploração nas jazidas já existentes e a obras em infraestrutura para o escoamento da produção.

A Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) apontou que a indústria mineira deve fechar 2017 com crescimento de cerca de 2,5% em relação ao ano anterior. A estimativa foi adiantada para o jornal Hoje em Dia, que publicou os relatos desta matéria. Em 2016, a queda da indústria do estado foi de 6,2%.

No setor industrial, os investimentos em médio prazo da mineração foram impulsionados pela melhora do desempenho da atividade extrativa. De acordo com a gerente de economia da Fiemg, Daniela Britto, o crescimento de 8,9% da atividade extrativa nos primeiros sete meses do ano são consequência do cenário internacional favorável, principalmente com o aumento da demanda chinesa pelo minério de ferro. A atividade caiu 15,4%.

“Desde 2017, o governo da China vem dando muitos estímulos ao setor de infraestrutura, principalmente à construção civil, que é um setor que demanda muito aço. Como o minério de ferro brasileiro é muito competitivo, isso tem favorecido a indústria”, afirmou Daniela.

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