Ministro da Educação quer fim do ensino noturno

Ministro da Educação, Mendonça Filho, disse que o governo defende o fim do ensino noturno; segundo ele, "a luta" é para que os jovens concluam o ensino médio aos 17 anos, e não tenham que trabalhar durante o dia, enquanto estudam à noite; "Espero que um dia a gente não tenha mais ensino noturno. (...) Temos que acabar com a repetência para que ele não acumule defasagem, conclua o ensino médio como a grande maioria da classe média, aos 17 anos, e não tenha que se dirigir ao mercado de trabalho por que a família obriga e por que tem necessidade em casa", disse

Brasília - O ministro da Educação, Mendonça Filho faz um balanço das inscrições do Enem (Wilson Dias/Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Educação, Mendonça Filho faz um balanço das inscrições do Enem (Wilson Dias/Agência Brasil) (Foto: Romulo Faro)
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247 - O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse em entrevista à Rádio Jornal nesta segunda-feira (26) que o governo defende o fim do ensino noturno no Brasil. Segundo ele, a luta é para que os jovens concluam o ensino médio aos 17 anos, e não tenham que ir ao mercado de trabalho durante o dia, enquanto estudam à noite.

"Espero que um dia a gente não tenha mais ensino noturno. Isso é uma distorção provocada, porque na verdade quando o jovem vai para uma educação noturna ele acumulou deficiências ao longo da vida. Então temos que acabar com a repetência para que ele não acumule defasagem, conclua o ensino médio como a grande maioria da classe média, aos 17 anos, e não tenha que se dirigir ao mercado de trabalho por que a família obriga e por que tem necessidade em casa", disse Mendonça.

O ministro também comentou sobre a proposta de reforma do ensino médico, cuja projeto ele diz que "vai passar com folga no Senado".

"Se ao longo de 20 anos não se chegou a um consenso sobre um projeto de lei para a reforma, não podemos esperar mais 20 anos. Temos muitos jovens que não estudam e nossos resultados em português e matemática são ruins. Não sou uma pessoa que vai ficar diante desse problema e ficar passivo. Por isso, enviamos a MP para Câmara, foi aprovada e vai passar no Senado com ainda mais folga. Vamos dar um passo muito positivo em favor dos jovens", afirmou Mendonça Filho.

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