Ministro do Trabalho cumpre agenda alusiva ao Dia do Trabalhador, em Fortaleza

Sem resultados a comemorar pelos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, o Ministro do Trabalho, Helton Yomura, cumpre agenda hoje, em Fortaleza, participando de atividades alusivas ao Dia do Trabalhador, promovidas pela Superintendência Regional do Trabalho no Ceará (SRTB-CE

Sem resultados a comemorar pelos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, o Ministro do Trabalho, Helton Yomura, cumpre agenda hoje, em Fortaleza, participando de atividades alusivas ao Dia do Trabalhador, promovidas pela Superintendência Regional do Trabalho no Ceará (SRTB-CE
Sem resultados a comemorar pelos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, o Ministro do Trabalho, Helton Yomura, cumpre agenda hoje, em Fortaleza, participando de atividades alusivas ao Dia do Trabalhador, promovidas pela Superintendência Regional do Trabalho no Ceará (SRTB-CE (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - Sem resultados a comemorar pelos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, principalmente depois da reforma trabalhista,o Ministro do Trabalho, Helton Yomura, cumpre agenda hoje, em Fortaleza, participando de atividades alusivas ao Dia do Trabalhador, promovidas pela Superintendência Regional do Trabalho no Ceará (SRTB-CE.

A SRTB-CE programou uma semana de atividades em comemoração ao Dia do Trabalhador, com diversas ações em vários locais da cidade. Hoje a programação acontece na sede da Superintendência, na Rua 24 de Maio.

 

No Brasil, as únicas vagas formais em um mercado de trabalho cada vez mais crítico têm remuneração de até 2 salários mínimos (R$ 1.908). O dado estatístico do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) é: as contratações foram maiores que as demissões apenas no segmento de salário mais baixo. No espectro salarial mais elevado, foram fechadas vagas em todas as faixas. Norte e nordeste têm situação mais dramática com pouca abertura de empregos e teto de apenas um salário mínimo (R$ 954).

A comparação com anos do período democrático só faz piorar o cenário atual: em 2008, eram geradas vagas de até quatro salários mínimos e também de sete a dez.

A fragilidade dos dados sobre o emprego fez o Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) revisar a projeção de 800 mil vagas para 2018: retificou o número para 630 mil. 

Em 2017, no day after da aprovação da reforma trabalhista, o governo afirmou que seriam abertas duas milhões de vagas em dois anos. Sobre os atuais números e a nova projeção do Instituto da FGV o ministério do trabalho não quis comentar.

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