Ministro rebate Ronaldo: 'Foi do comitê e nada falou'

"Não sei do que o Ronaldo se envergonha. O que vejo é que ele foi membro do comitê local e não falou nada durante esse período todo. E faz cinco anos que está sendo preparada a Copa", afirmou Paulo Bernardo, ministro da pasta das Comunicações; ele reconheceu atraso em algumas obras projetadas, mas ressaltou os esforços que foram feitos e que ficarão de legado para o Brasil

"Não sei do que o Ronaldo se envergonha. O que vejo é que ele foi membro do comitê local e não falou nada durante esse período todo. E faz cinco anos que está sendo preparada a Copa", afirmou Paulo Bernardo, ministro da pasta das Comunicações; ele reconheceu atraso em algumas obras projetadas, mas ressaltou os esforços que foram feitos e que ficarão de legado para o Brasil
"Não sei do que o Ronaldo se envergonha. O que vejo é que ele foi membro do comitê local e não falou nada durante esse período todo. E faz cinco anos que está sendo preparada a Copa", afirmou Paulo Bernardo, ministro da pasta das Comunicações; ele reconheceu atraso em algumas obras projetadas, mas ressaltou os esforços que foram feitos e que ficarão de legado para o Brasil (Foto: Roberta Namour)

247 – O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, rebateu as críticas de Ronaldo, que se diz envergonhado com os preparativos da Copa: "Não sei do que o Ronaldo se envergonha. O que vejo é que ele foi membro do comitê local e não falou nada durante esse período todo. E faz cinco anos que está sendo preparada a Copa".

O ministro reconheceu atraso em algumas obras projetadas, mas ressaltou os esforços que foram feitos e que ficarão de legado para o Brasil: 

"Na época, lembro que teve até uma discussão, ainda na gestão do presidente Lula, de que teríamos que investir em mobilidade, metrô, corredor de ônibus, e alguém na mesa disse o seguinte: vamos ser francos, essa história de mobilidade é só decretar feriado no dia e acabou o problema. Vai todo mundo pra casa, não fica carro na rua e acabou o problema de mobilidade. Mas, não queríamos fazer isso. Achamos que era uma oportunidade para colocar recursos em obras de mobilidade", disse.

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