Morte de jornalista pode ter políticos envolvidos

O promotor Francisco Ângelo Silva Assis afirmou que políticos da cidade de Ipatinga, interior de Minas Gerias, podem estar envolvidos com a morte do jornalista Rodrigo Neto, assassinado em março de 2013; agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ainda trabalham em um inquérito complementar sobre a existência de um grupo de extermínio no Vale do Aço, onde fica o município

O promotor Francisco Ângelo Silva Assis afirmou que políticos da cidade de Ipatinga, interior de Minas Gerias, podem estar envolvidos com a morte do jornalista Rodrigo Neto, assassinado em março de 2013; agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ainda trabalham em um inquérito complementar sobre a existência de um grupo de extermínio no Vale do Aço, onde fica o município
O promotor Francisco Ângelo Silva Assis afirmou que políticos da cidade de Ipatinga, interior de Minas Gerias, podem estar envolvidos com a morte do jornalista Rodrigo Neto, assassinado em março de 2013; agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ainda trabalham em um inquérito complementar sobre a existência de um grupo de extermínio no Vale do Aço, onde fica o município (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 – O promotor Francisco Ângelo Silva Assis afirmou na última sexta-feira (29) que políticos da cidade de Ipatinga, interior de Minas Gerias, podem estar envolvidos com a morte do jornalista Rodrigo Neto, assassinado em março de 2013. Agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ainda trabalham em um inquérito complementar sobre a existência de um grupo de extermínio no Vale do Aço, onde fica o município. 

O motivo do homicídio seriam denúncias feitas pelo jornalista de crimes sem solução e supostamente cometidos por policiais. Seis dias após a morte de Neto, o fotógrafo Walgney Carvalho, que trabalhava com ele, foi morto. O promotor confirmou, também, indícios de que o grupo de extermínio é formado sobretudo por policiais.

Segundo Assis, para esconder a motivação dos homicídios e não permitir que os assassinos fossem ligados às vítimas, o s integrantes do grupo faziam execuções uns para os outros. "São conclusões de investigações anteriores, e a visão que vem se consolidando é a de que essas pessoas se trocavam em execuções", afirmou Assis, de acordo com informações do jornal Em Tempo.

Na quinta-feira (28), o ex-policial civil Lúcio Lírio Leal, 23 anos, foi acusado de ter matado o jornalista e, como consequência, condenado a 12 anos de prisão, porém, sem que fosse revelada a ligação dele com o assassinato.

O advogado Fábio Silveira, que defende o ex-policial, prometeu ingressar com recurso até a próxima terça-feira (2), com o objetivo de anular a decisão dos jurados por entender que ela é contrária ao que as provas apontavam. "O tribunal pode entender que a decisão do júri é contrária às provas dos autos, anular o julgamento e solicitar outro júri", declarou.

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