MP de Contas investiga viagem de procurador de BH ao DF

O MP do Tribunal de Contas de Minas quer saber, entre outras coisas, o que motivou a contratação do avião, apesar da oferta diária de voos para Brasília; fretamento para o procurador-geral da Prefeitura de BH, Thomáz de Aquino Resende, custou mais de R$ 61 mil; Diário Oficial diz que viagem foi feita para levá-lo a uma reunião com o ministro Luís Roberto Barroso, do STF

O MP do Tribunal de Contas de Minas quer saber, entre outras coisas, o que motivou a contratação do avião, apesar da oferta diária de voos para Brasília; fretamento para o procurador-geral da Prefeitura de BH, Thomáz de Aquino Resende, custou mais de R$ 61 mil; Diário Oficial diz que viagem foi feita para levá-lo a uma reunião com o ministro Luís Roberto Barroso, do STF
O MP do Tribunal de Contas de Minas quer saber, entre outras coisas, o que motivou a contratação do avião, apesar da oferta diária de voos para Brasília; fretamento para o procurador-geral da Prefeitura de BH, Thomáz de Aquino Resende, custou mais de R$ 61 mil; Diário Oficial diz que viagem foi feita para levá-lo a uma reunião com o ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Foto: Voney Malta)
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Minas 247 – A viagem investigada pelo Ministério Público do Tribunal de Contas de Minas Gerais é o fretamento de um avião, que custou R$ 63,1 mil, para viagem do procurador-geral do município, Thomáz de Aquino Resende, a Brasília no dia 3 de maio.

De acordo com o Diário Oficial do Município (DOM) de 7 de junho, a viagem foi feita para uma reunião entre o procurador e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso. A Prefeitura de Belo Horizonte diz que a aeronave foi fretada porque o ministro Barroso concedeu a audiência em "cima da hora".

O norte que a investigação do Ministério Público do Tribunal de Contas de Minas procura saber é o motivo que levou a contratação do avião, apesar da oferta diária de voos comerciais da capital de Minas para Brasília, além do valor pago pelo fretamento da aeronave e o procedimento que resultou na contratação do serviço.

Questionamentos já foram enviados ao procurador-geral do município, que tem um prazo de dez dias úteis para enviar suas respostas.

 

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