MP investiga crimes comandados por detentos

O Ministério Público deflagrou, por meio da Promotoria Especializada Criminal de Porto Alegre, uma operação contra a ação dos chamados "prefeitos" de galerias do Presídio Central; de acordo com o promotor de justiça Ricardo Herbstrith, dentro da penitenciária existe um esquema de extorsão, homicídio, roubo, receptação e tráfico comandado por apenados recolhidos na cadeia

O Ministério Público deflagrou, por meio da Promotoria Especializada Criminal de Porto Alegre, uma operação contra a ação dos chamados "prefeitos" de galerias do Presídio Central; de acordo com o promotor de justiça Ricardo Herbstrith, dentro da penitenciária existe um esquema de extorsão, homicídio, roubo, receptação e tráfico comandado por apenados recolhidos na cadeia
O Ministério Público deflagrou, por meio da Promotoria Especializada Criminal de Porto Alegre, uma operação contra a ação dos chamados "prefeitos" de galerias do Presídio Central; de acordo com o promotor de justiça Ricardo Herbstrith, dentro da penitenciária existe um esquema de extorsão, homicídio, roubo, receptação e tráfico comandado por apenados recolhidos na cadeia (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 – O Ministério Público deflagrou, nesta terça-feira (22), por meio da Promotoria Especializada Criminal de Porto Alegre, uma operação contra a ação dos chamados "prefeitos" de galerias do Presídio Central. De acordo com o promotor de justiça Ricardo Herbstrith, dentro da penitenciária existe um esquema de extorsão, homicídio, roubo, receptação e tráfico comandado por apenados recolhidos na cadeia.

O promotor afirma, ainda, que lavagem de dinheiro e ameaças também fazem parte do esquema comandados pelos detentos, chefes da 2ª e 3ª galerias, que pertencem à Facção dos Manos. A ofensiva Praefectus, que significa prefeito em latim, tem como objetivo cumprir sete mandados de busca e 17 de prisão e ocorre em 11 cidades gaúchas. A operação conta com a participação de 150 policiais militares.

Segundo o MP, a retirada das celas de dentro das galerias do presídio implicou uma nova forma de administração. Os policiais militares cuidam somente dos corredores, enquanto as facções criminosas gerenciam as galerias. As informações são do Correio do Povo.

O "prefeito", "plantão", "representante" ou "chefe da galeria", que é o líder, fica responsável por contralar os conflitos entre os presos, bem como pela imposição das regras aos comandados. Além disso, ele representa os apenados nas reivindicações dirigidas ao comando da segurança.

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