MPE quer cassar diplomas de Carlesse e Valdemar Jr

Ministério Público Eleitoral (MPE) foi à Justiça para cassar o diploma, recém entregue pela Justiça Eleitoral, aos deputados estaduais eleitos Mauro Carlesse (PTB) e Valdemar Júnior (PSD), além dos suplentes de deputado estadual Jaime Café (PSDB) e Ivory de Lira (PDT); Carlesse é acusado de prestar contas fora do prazo fixado; Valdemar Júnior está sendo acionado por supostamente incluir dois novos recibos eleitorais emitidos após a entrega da prestação de contas final; Jaime Café teria utilizado servidor público para trabalhar na campanha e Ivory de Lira é acusado de despesas não informadas

Ministério Público Eleitoral (MPE) foi à Justiça para cassar o diploma, recém entregue pela Justiça Eleitoral, aos deputados estaduais eleitos Mauro Carlesse (PTB) e Valdemar Júnior (PSD), além dos suplentes de deputado estadual Jaime Café (PSDB) e Ivory de Lira (PDT); Carlesse é acusado de prestar contas fora do prazo fixado; Valdemar Júnior está sendo acionado por supostamente incluir dois novos recibos eleitorais emitidos após a entrega da prestação de contas final; Jaime Café teria utilizado servidor público para trabalhar na campanha e Ivory de Lira é acusado de despesas não informadas
Ministério Público Eleitoral (MPE) foi à Justiça para cassar o diploma, recém entregue pela Justiça Eleitoral, aos deputados estaduais eleitos Mauro Carlesse (PTB) e Valdemar Júnior (PSD), além dos suplentes de deputado estadual Jaime Café (PSDB) e Ivory de Lira (PDT); Carlesse é acusado de prestar contas fora do prazo fixado; Valdemar Júnior está sendo acionado por supostamente incluir dois novos recibos eleitorais emitidos após a entrega da prestação de contas final; Jaime Café teria utilizado servidor público para trabalhar na campanha e Ivory de Lira é acusado de despesas não informadas (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - O Ministério Público Eleitoral (MPE) foi à Justiça contra quatro candidatos ao cargo de deputado estadual nas eleições de 2014 e dois servidores da Adapec de Gurupi devido a supostas irregularidades em campanhas. Os candidatos acionados judicialmente são o ex-secretário de Agricultura do Estado Jaime Café (PSDB), Ivory de Lira (PDT) e os deputados estaduais eleitos Mauro Carlesse (PTB) e Valdemar Júnior (PSD). O Ministério Público Eleitoral requereu cassação do registro ou diploma dos candidatos e pagamento de multa pelos servidores.

Conforme o MPE, Café teria usado o servidor da Adapec Juscelino Linhares da Silva para trabalhar em sua campanha durante o expediente normal de serviço. Nos meses de setembro e outubro de 2014, de acordo com a ação, Juscelino deixou de comparecer a seu serviço na Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) de Gurupi para trabalhar, conduzindo veículo com aparelho de som para divulgação da candidatura de Jaime. Entretanto, acusa o MPE, o funcionário continuou recebendo da Adapec nos meses citados. O delegado regional do órgão, Paulo Roberto Farencena, estaria ciente das ações de Juscelino, e não teria tomado medidas.

O MPE acusa o deputado estadual eleito Mauro Carlesse de prestar contas fora do prazo fixado. Além disso, conforme a ação, teria havido utilização de recursos não informados na época, bem como de origem não identificada; doações recebidas e despesas contratadas em data anterior à entrega das prestações de contas parciais; gastos de campanha junto a pessoas jurídicas sem a emissão de notas fiscais; divergências entre os dados dos fornecedores constantes da prestação de contas e as informações constantes da base de dados da Secretaria da Receita Federal do Brasil; omissões relativas às despesas constantes da prestação de contas; movimentação bancária sem registro de todas as despesas declaradas na prestação de contas; e movimentação bancária sem registro de todas as despesas declaradas na prestação de conta.

Também deputado estadual eleito, o vereador de Palmas Valdemar Júnior está sendo acionado por supostamente incluir dois novos recibos eleitorais emitidos após a entrega da prestação de contas final, segundo o MPE, com intuito de justificar os valores arrecadados. Ainda responderá por omissão de despesas de campanha, doações recebidas e não informadas na primeira e segunda prestação de contas parcial.

O ex-vereador de Palmas Ivory de Lira, está sendo processado por ausência de extratos de conta bancária; despesas contratadas antes da entrega da segunda prestação de contas parcial, mas não informadas à época; doações recebidas de origem não identificada. (Com informações do MPE)

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