MST e Vem Pra Rua entram em conflito na Assembleia

A Polícia Militar foi chamada para conter a briga entre militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, que manifestavam na Assembleia Legislativa de Minas por melhorias em assentamentos no Sul de Minas, e integrantes do movimento Vem Pra Rua, que apoiou o impeachment de Dilma Rousseff e acompanhava a sessão de defesa do governador Fernando Pimentel (PT) no processo da Operação Acrônimo

A Polícia Militar foi chamada para conter a briga entre militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, que manifestavam na Assembleia Legislativa de Minas por melhorias em assentamentos no Sul de Minas, e integrantes do movimento Vem Pra Rua, que apoiou o impeachment de Dilma Rousseff e acompanhava a sessão de defesa do governador Fernando Pimentel (PT) no processo da Operação Acrônimo
A Polícia Militar foi chamada para conter a briga entre militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, que manifestavam na Assembleia Legislativa de Minas por melhorias em assentamentos no Sul de Minas, e integrantes do movimento Vem Pra Rua, que apoiou o impeachment de Dilma Rousseff e acompanhava a sessão de defesa do governador Fernando Pimentel (PT) no processo da Operação Acrônimo (Foto: Gisele Federicce)
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Minas 247 - A Polícia Militar foi chamada nesta quarta-feira 9 para conter um conflito entre militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e integrantes do movimento Vem Pra Rua.

Os membros do MST faziam um protesto na Assembleia Legislativa de Minas em defesa de melhorias em assentamentos no Sul de Minas, enquanto o Vem Pra Rua, que apoiou o impeachment de Dilma Rousseff, acompanhava a sessão de defesa do governador Fernando Pimentel (PT) no processo da Operação Acrônimo.

Durante a sessão com o advogado de Pimentel, Eugênio Pacelli, os integrantes do MST gritaram palavras de ordem em apoio ao governador de Minas, enquanto militantes do Vem Pra Rua criticavam deputados que são contra o recebimento do processo de investigação contra o petista.

Assista à reportagem do jornal O Tempo:

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