MST ocupa fazenda suspeita de grilagem no RS

Cerca de 300 jovens ligados ao MST e ao Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) ocuparam a fazenda Mattei, na comunidade Arvoredo, município de Pontão, na Norte do Rio Grande do Sul; o objetivo da ocupação é denunciar a concentração e a suposta grilagem de terra no local, de acordo com os movimentos; os organizadores da ação dizem que a área tem aproximadamente 600 hectares, mas o proprietário Jair Mattei teria declarado, em 2016, somente 185 hectares à Receita Pública Estadual da Secretaria da Fazenda

Cerca de 300 jovens ligados ao MST e ao Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) ocuparam a fazenda Mattei, na comunidade Arvoredo, município de Pontão, na Norte do Rio Grande do Sul; o objetivo da ocupação é denunciar a concentração e a suposta grilagem de terra no local, de acordo com os movimentos; os organizadores da ação dizem que a área tem aproximadamente 600 hectares, mas o proprietário Jair Mattei teria declarado, em 2016, somente 185 hectares à Receita Pública Estadual da Secretaria da Fazenda
Cerca de 300 jovens ligados ao MST e ao Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) ocuparam a fazenda Mattei, na comunidade Arvoredo, município de Pontão, na Norte do Rio Grande do Sul; o objetivo da ocupação é denunciar a concentração e a suposta grilagem de terra no local, de acordo com os movimentos; os organizadores da ação dizem que a área tem aproximadamente 600 hectares, mas o proprietário Jair Mattei teria declarado, em 2016, somente 185 hectares à Receita Pública Estadual da Secretaria da Fazenda (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - Cerca de 300 jovens ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e ao Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) ocuparam na manhã deste domingo (26) a fazenda Mattei, na comunidade Arvoredo, município de Pontão, na Norte do Rio Grande do Sul. O objetivo da ocupação é denunciar a concentração e a suposta grilagem de terra no local, de acordo com os movimentos.

Os organizadores da ação dizem que a área tem aproximadamente 600 hectares, mas o proprietário Jair Mattei teria declarado, em 2016, somente 185 hectares à Receita Pública Estadual da Secretaria da Fazenda.

“Mattei declara uma produção dez vezes maior do que suporta a propriedade escriturada, de acordo com a realidade da produtividade da região”, diz o agricultor Gerônimo Silva. O relato foi publicado no site rsurgente.

Os participantes da mobilização cobram dos órgãos responsáveis a investigação da produtividade da área, e a suposta prática de grilagem de terra.

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