MST ocupa sede do Incra nesta segunda-feira

Cerca de 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam a sede do Incra no Ceará na madrugada desta segunda-feira (17). O grupo reivindica desapropriação de terras para assentar mais de 2 mil famílias em todo o Estado e protesta contra os ataques aos trabalhadores promovidos pelo governo Michel Temer, como a reforma da Previdência e a lei das terceirizações. Eles aguardam audiência com a superintendência do Incra e com o Governo do Ceará

Cerca de 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam a sede do Incra no Ceará na madrugada desta segunda-feira (17). O grupo reivindica desapropriação de terras para assentar mais de 2 mil famílias em todo o Estado e protesta contra os ataques aos trabalhadores promovidos pelo governo Michel Temer, como a reforma da Previdência e a lei das terceirizações. Eles aguardam audiência com a superintendência do Incra e com o Governo do Ceará
Cerca de 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam a sede do Incra no Ceará na madrugada desta segunda-feira (17). O grupo reivindica desapropriação de terras para assentar mais de 2 mil famílias em todo o Estado e protesta contra os ataques aos trabalhadores promovidos pelo governo Michel Temer, como a reforma da Previdência e a lei das terceirizações. Eles aguardam audiência com a superintendência do Incra e com o Governo do Ceará (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - Cerca de 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam, na madrugada desta segunda-feira (17), a sede do Instituto de Colonização e Reforma Agraria (Incra) do Ceará. A ação faz parte da jornada nacional de luta pela reforma agrária. 17 de abril é comemorado o dia internacional da luta camponesa - a data simboliza o massacre de Eldorado dos Carajás no Pará, onde foram mortos 21 Sem Terra, em conflito da luta pela terra, há exatos  21 anos.

O MST reivindica desapropriação de terras para assentar mais de 2 mil famílias em todo o Estado, diz não à titulação dos assentamentos, pede a retirada da MP 759 e denuncia os ataques do governo Michel Temer, como a reforma da Previdência, e a lei das terceirizações. Os trabalhadores aguardam audiência com a superintendência do Incra e com o Governo do Ceará.

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